A KEEP SOLUTIONS vai patrocinar o IX Seminário Internacional de Saberes Arquivísticos

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A Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) irá acolher, de 6 a 9 de março de 2019, o IX Seminário Internacional de Saberes Arquivísticos, que será dedicado ao tema “Arquivo(s) e Identidade(s)”.

Esta será a 1ª edição realizada em Portugal e a KEEP SOLUTIONS é patrocinadora do evento.

Inicialmente, o projeto contava apenas com a colaboração Científica de diversas Universidades Brasileiras, como a Universidade Estadual de Londrina, a Universidade Estadual Paulista, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal de Brasília.
A partir de 2012, transformou-se num projeto internacional, de natureza luso-brasileira, passando a incluir como parceiras a Universidade de Coimbra(UC), a Universidade do Porto(UP), a Universidade de Aveiro(UA) e o Instituto Politécnico do Porto (IPP).

Esta edição pretende tornar-se uma referência não apenas em termos luso-brasileiros mas também em toda a rede coberta pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

O seminário incluirá conferências, mesas-redondas, workshops e comunicações subordinadas aos seguintes eixos temáticos:
– Arquivo(s) e memória(s);
– Epistemologia e ciência da informação;
– Gestão de arquivos;
– Comunicação e acesso à informação;
– Empreendedorismo e inovação em arquivos.

Consulte o programa completo em https://agenda.uc.pt/eventos/sesa2019/

Museu Vieira da Silva celebra 25 anos com exposição de 60 artistas portuguesas

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Uma exposição com obras de 60 artistas portuguesas de várias gerações e períodos da História da Arte vai ser inaugurada no dia 21 de março, para celebrar os 25 anos do Museu Arpad Szenes — Vieira da Silva, em Lisboa.

Em 2019, no âmbito desta celebração de abertura ao público, a par das obras de Maria Helena Vieira da Silva, o museu apresenta, no dia 21 de março até 23 de junho, um projeto expositivo com a assinatura de Pedro Cabrita Reis: “A metade do céu”.

A exposição reúne exclusivamente obras realizadas por mulheres artistas portuguesas, oriundas das mais diversas áreas do pensamento e da criatividade, e cujos trabalhos estão situados num arco temporal de produção situado entre meados do século XX e a atualidade.

Serão apresentadas obras de 60 artistas, do Barroco de Josefa de Óbidos à contemporaneidade de criadoras como Maria Helena Vieira da Silva, Paula Rego, Helena Almeida, Lourdes Castro, Menez e Graça Morais, Ana Hatherly, Adriana Molder, Filipa César, Ana Jotta, Joana Vasconcelos, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Graça Costa Cabral, Leonor Antunes, Sofia Areal e Clara Menéres.

Pedro Cabrita Reis propõe uma exposição coletiva “inteira e declaradamente liberta de qualquer condicionalismo temático, desprovida de uma narrativa curatorial e que se quer, aliás, alheia ao artifício discursivo”, segundo a apresentação da mostra, enviada pelo museu à agência Lusa.

Esta exposição “perscruta o lado lunar de cada artista, dando a ver, sempre que possível, o que menos se espera dela — uma ou outra obra não tão frequentemente mostrada, talvez até desfasada, de algum modo inusitada”, segundo o mesmo texto, dando o exemplo de Menez, Ana Hatherly e Helena Almeida.

Criada ainda em vida de Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), uma das mais importantes pintoras portuguesas, e instituída por decreto-lei em 10 de maio de 1990, a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva tem como missão garantir a existência de um espaço, em Portugal, onde o público possa contactar permanentemente com a obra do casal de artistas.

O Museu Arpad Szenes – Vieira da Silva foi inaugurado no dia 3 de novembro de 1994, num edifício da Praça das Amoreiras, cedido pela Câmara Municipal de Lisboa, e apresenta regularmente exposições com a obra do casal ou de artistas com os quais tiveram algum tipo de ligação de amizade.

Fonte e mais informações: https://observador.pt/2019/02/22/museu-vieira-da-silva-celebra-25-anos-com-exposicao-de-60-artistas-portuguesas/

Nova IMS disponibiliza novo software para gestão da sua biblioteca

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A Information Management School (IMS) da Universidade Nova de Lisboa disponibilizou recentemente um novo sistema de gestão integrada da sua biblioteca a toda a comunidade académica. A IMS tem agora em funcionamento o software Koha e a empresa responsável pela sua implementação foi a KEEP SOLUTIONS.

Os serviços fornecidos pela KEEP SOLUTIONS neste projeto foram a instalação e configuração do software, adaptação da identidade gráfica, migração de todos os dados legados e formação. Após a implementação o alojamento e manutenção do software também será da responsabilidade da KEEP SOLUTIONS.

O portal com o respetivo catálogo em-linha permite a consulta e gestão de reservas dos conteúdos da biblioteca e está disponível em https://search.library.novaims.unl.pt/.

A NOVA Information Management School é uma das seis faculdades da Universidade Nova de Lisboa. Este instituto foi criado em 1989 como resposta à escassez de quadros superiores especialistas na gestão de informação e à necessidade crescente de utilização das novas tecnologias de informação. Hoje, a NOVA IMS proporciona educação de elevado nível a mais de 1700 alunos, entre licenciaturas, pós-graduações e mestrados.

Fonte: Página de apresentação da Nova Information Management School

Museu Regional de Beja passa a integrar rede de museus do Ministério da Cultura

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O Museu Regional de Beja vai deixar de ser gerido pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) e vai passar a integrar a rede de museus do Ministério da Cultura, numa gestão partilhada com a câmara local.

“Esta é a situação ideal para que o museu seja valorizado como merece, assim como as suas coleções e peças únicas”, defendeu à agência Lusa o presidente da CIMBAL, Jorge Rosa.

Segundo a CIMBAL, no decurso do atual mandato “foram realizadas diversas diligências” com o objetivo de “encontrar a melhor solução para a gestão” do museu, “envolvendo as entidades competentes do Ministério da Cultura e a Câmara de Beja”. “Como resultado das negociações efetuadas, foi assegurada a integração” da instituição “na rede de museus do Ministério da Cultura, consagrando o seu estatuto de museu regional”, acrescenta.

“A transmissão só deverá efetivar-se depois do final de abril”, admitiu, garantindo que, apesar desta mudança de gestão, a riqueza do museu vai permanecer em Beja.

“O museu nunca sairá da cidade e as suas coleções são pertença dos concelhos que compõem o distrito e também nunca vão sair daqui. Vai é ser possível trabalhar na sua valorização”, assegurou.

Instalado no Convento de N. Sra. da Conceição, propriedade do Estado, o museu tem um vasto e valioso acervo que vai desde a pré-história até à atualidade, destacando-se as suas coleções de arqueologia, pintura, azulejaria, cerâmica, ourivesaria, escultura, numismática, metrologia e ferragens.

Fonte e mais informações: https://observador.pt/2019/02/13/museu-regional-de-beja-passa-a-integrar-rede-de-museus-do-ministerio-da-cultura/

Submissão de revisões às especificações do eArchiving

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O prazo para enviar as suas revisões às especificações do eArchiving é dia 24 de fevereiro de 2019.

Criadas originalmente pelo projeto E-ARK e melhoradas e estabilizadas pelo projeto E-ARK4ALL, estas especificações são a componente principal do Building Block eArchiving do programa Connecting Europe Facility (CEF).

Como dar o seu feedback?
Aceda à página https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/eArchiving_specification_review e dê o seu contributo até 24 de fevereiro de 2019.

ESPECIFICAÇÕES PARA REVER

Common Specification foi Information Packages (CS IP)
A base das especificações do eArchiving é a chamada Especificação Comum para Pacotes de Informação. Faça a revisão do documento completo e deixe os seus comentários sobre os princípios e requisitos estruturais na parte 1, bem como sobre a implementação na Parte 2.

Texto: http://earkcsip.dilcis.eu/
PDF: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/blob/master/specification/pdf/E-ARK-CSIP-2_0_0-draft.pdf
XML: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/schema and https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/profile

Common Specification for Eletronic Records Management Systems (CS ERMS)
Neste caso, trata-se da Especificação Comum para Sistemas de Gestão de Registos Eletrónicos e o que se pretende é que seja revisto o novo XML. O rascunho do documento CS ERMS é fornecido como um documento suplementar para entender o esquema do XML bem como a documentação gerada.

XML e documento Schematron: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/schema and https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/profile
Documentação do XML (PDF): https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-ERMS/blob/master/Schema/ERMS_draft_Schema_Documentation/pdf/ERMS_draft.pdf
Rascunho das especificações CS ERMS (PDF): https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-ERMS/blob/master/Specification/DRAFT_CS_ERMS.pdf

Por favor, submeta as suas sugestões de revisão até ao dia 24 de fevereiro de 2019 em https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/eArchiving_specification_review

6.º Inquérito Nacional – XIII Encontro Nacional de Arquivos Municipais

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No âmbito do XIII Encontro Nacional de Arquivos Municipais, à semelhança das edições anteriores, foi lançado um inquérito nacional aos Arquivos Municipais, com o intuito de dar a conhecer e de atualizar, dentro do possível, os dados sobre estas unidades administrativas e culturais.

Neste sentido, a BAD apela à participação de todos os municípios no preenchimento do inquérito.

Aos municípios que por razões diversas não estejam aptos a preencher o questionário, solicita-se apenas o envio de um e-mail para o endereço bad@bad.pt a informar a impossibilidade de resposta ao mesmo.

A BAD assume um compromisso de confidencialidade sobre as respostas obtidas, que serão usadas exclusivamente para fins estatísticos e cujos resultados globais serão apresentados durante o próximo Encontro Nacional de Arquivos Municipais, que terá lugar este ano em local a anunciar brevemente.

O inquérito terá que ser preenchido até ao dia 31 de maio de 2019, acedendo ao link https://www.bad.pt/form/index.php?option=com_rsform&formId=160

A organização agradece antecipadamente a sua participação neste inquérito.

Fonte: https://www.bad.pt/noticia/2019/02/05/6o-inquerito-nacional-xiii-encontro-nacional-de-arquivos-municipais-situacao-dos-arquivos-municipais/

O que podemos fazer para tornar a Internet mais segura?

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Hoje assinala-se o Dia da Internet mais Segura mas a sensação geral é de que a rede está cada vez ameaçada pelo “lado negro da força” que se reflete em ameaças crescentes aos utilizadores, roubo de informação e outros riscos.

Não passa um dia em que não sejam conhecidos novos ataques, vulnerabilidades e roubo de dados e os números são avassaladores, sempre na ordem dos milhões de dados comprometidos, divulgados ou vendidos a quem paga mais. São endereços de email, passwords, mas também números de cartões de crédito e outras informações bancárias. Malware, phishing, sextortion e botnets são apenas algumas das ameaças, mas roubo de identidade, esquemas de perfis falsos e pressões e bullying também fazem parte dos perigos.

Isabel Baptista, do Centro Nacional de Cibersegurança, lembra que num contexto empresarial, as ferramentas tecnológicas são úteis para reduzir os riscos. “Ferramentas dissuasoras reduzem a motivação dos atacantes; ferramentas preventivas ou segurança de perímetro reduzem a probabilidade de sucesso dos ataques; mecanismos de redundância ou de tolerância a falhas reduzem o impacto de agressões bem sucedidas.”, explica.

Já num contexto doméstico, os antivírus reduzem a probabilidade de infeção com um vírus informático e os sistemas anti-spam eliminam uma grande parte das mensagens de correio electrónico indesejadas e também elas uma forma de propagação de vírus. “No entanto, todas estas ferramentas são inúteis sem uma cultura de ciberegurança e sem comportamentos online corretos da parte de todos os funcionários de uma organização ou dos cidadãos. Colocar uma PEN desconhecida no nosso PC é o suficiente para quebrar todas as barreiras de segurança existentes”, avisa.

Uma cultura de cibersegurança

Algumas regras que utilizamos no mundo real para nos protegermos podem ser aplicadas ao mundo online. Nunca deixamos uma porta aberta e quando saímos fechamos à chave, não falamos com desconhecidos na rua e não damos a nossa morada a qualquer pessoa. São apenas exemplos de como os princípios que ensinamos aos mais jovens se aplicam offline e online e são simples de explicar.

A criação de uma cultura de cibersegurança passa também por pensar antes de instalar uma aplicação e dar acesso a todas as permissões, ou de abrir um email que promete um negócio da China ou pede os dados do cartão de crédito ou do banco. Muitas vezes basta ser um pouco desconfiado para perceber que há um embuste por detrás destes pedidos, até porque apesar de haver campanhas de phishing e ataques muito bem orquestrados, a grande maioria das vezes estão mal feitos, escritos em mau português e com imagens erradas dos logótipos dos serviços.

Fonte e mais informação: https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/o-que-podemos-fazer-para-tornar-a-internet-mais-segura-a-responsabilidade-e-de-todos

Cada vez mais brasileiros procuram provas de ascendência portuguesa no arquivo militar

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A história militar portuguesa ocupa mais de dez quilómetros de documentos num arquivo que ganhou tecnologia inovadora de incêndios num novo espaço e ao qual cada vez mais brasileiros recorrem em busca de uma prova para requerer cidadania lusa.

Aos investigadores de mestrado e doutoramento que chegam a trabalhar diariamente no Arquivo Histórico Militar, em Lisboa, durante meses, juntam-se os curiosos em busca de informação sobre familiares que foram militares e, “numa vaga recente”, cidadãos brasileiros que procuram ascendência até ao grau de avô, a suficiente para requererem nacionalidade portuguesa.

“Temos tido muita gente que conseguiu a nacionalidade porque aqui nos arquivos foram passadas certidões segundo as quais um seu familiar era militar português. É expressivo, houve um aumento significativo desde há dois anos”, contou à Lusa o subdiretor do arquivo, major José Cunha Roberto.

O contacto com o arquivo é feito frequentemente por correio eletrónico por cidadãos brasileiros a residir no Brasil e a resposta é tão mais rápida quanto mais forem os dados fornecidos sobre o familiar militar, apontou.

Os processos individuais dos militares falecidos até 1969 ocupam mais de quatro mil caixas e constituem um dos acervos mais consultados no arquivo, que ganhou eficiência com as novas instalações, onde toda a documentação está concentrada, dispensando as antigas viagens para ir buscar documentos a um depósito a vários quilómetros.

O arquivo disponibiliza mais de um milhão e 300 mil imagens nas suas aplicações na internet, resultado de processos morosos que muitas vezes só são possíveis graças a parcerias com entidades.

Um sítio mundial de genealogia na internet e um banco financiaram um projeto que durou quase nove anos e que resultou na digitalização de todos os cinco mil e 200 “livros mestres”.

Estes livros têm o nome, filiação, profissão e características físicas dos militares portugueses, bem como os quartéis por onde passaram e as campanhas militares que integraram, uma “informação riquíssima” que pode ser consultada à distância.

Fonte e mais informação: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mergulhar-no-arquivo-militar-em-busca-de-um-avo-portugues-cada-vez-mais-brasileiros-procuram-provas-de-ascendencia-portuguesa

Comissão Europeia conclui que o Archeevo é o melhor software de gestão de arquivo

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O programa ISA² da Comissão Europeia promoveu recentemente um estudo sobre gestão de arquivos e no relatório final resultante desse estudo, intitulado “Standard-based archival data management, exchange and publication” pode ler-se que o software Archeevo da KEEP SOLUTIONS é o melhor software de arquivo, já que foi o que teve a melhor classificação num conjunto de critérios em análise.

O programa ISA²

O ISA² dá suporte a administrações públicas, empresas e cidadãos pertencentes à Europa na área das soluções digitais. Segundo o site da Comissão Europeia, o ISA² apoia o desenvolvimento de soluções digitais e dá o devido suporte às administrações públicas, empresas e cidadãos da Europa permitindo que estes beneficiem de serviços públicos transfronteiriços e interoperáveis.

O seu objetivo principal é, por isso, desenvolver, manter e promover uma abordagem integrada de interoperabilidade na União Europeia (UE) e contribuir para o desenvolvimento de soluções de TI para a administração pública local, transversais a toda a Europa.

Neste contexto, o ISA² promoveu em 2017 uma ação intitulada “Gestão, circulação e publicação de normas standard na informação arquivística” e o estudo em análise constituiu a primeira fase desta ação.

Propósito do estudo

Neste estudo foi feita uma pesquisa das normas e práticas mais importantes que devem ser seguidas na criação e gestão da informação arquivística. O estudo pretende, por um lado, fornecer uma visão geral do panorama atual no que diz respeito à utilização das normas de informação e ferramentas de TI implementadas nas instituições de arquivo e por outro lado analisar as últimas tendências e opções existentes referentes à publicação de informação arquivística.

Várias foram as instituições que foram analisadas, por terem algum tipo de influência na área da preservação, sendo de destacar o Arquivo Histórico da Comissão Europeia (HAS) e o Arquivo Nacional do Reino Unido. Estas duas instituições europeias serviram de base para a análise das especificações e normas na área dos arquivos. Foram também estudadas as iniciativas e projetos relevantes na área, nomeadamente o Projeto E-ARK, no qual a KEEP SOLUTIONS participou, , o DPC – Digital Preservation Coalition e o Open Archive Initiatives.

Após a análise minuciosa de todas as práticas e normas utilizadas pelas várias instituições de arquivo, os autores deste estudo elaboraram aquilo a que chamam um modelo funcional para a gestão de arquivos, com o objetivo de definir o melhor modelo de gestão, para que as instituições o possam seguir promovendo-se assim a adoção de uma estrutura comum.

Na prática, o que se pretende é reagrupar os principais processos seguidos na gestão de arquivos. Apesar do modelo ter sido desenvolvido usando o modelo de referência OAIS (Open Archival Information System), como base para agrupar os processos em blocos funcionais lógicos, este integra inputs de várias outras fontes que foram consultadas durante o estudo. Uma das razões para esta integração é que, apesar do modelo de referência OAIS, descrever os processos relativos à preservação digital de forma muito precisa, o mesmo não cobre os processos mais antigos, por exemplo, a gestão de registos não digitais, nem processos sobre interoperabilidade.

O objetivo é, assim, garantir que as atividades tradicionais bem como as atividades de migração feitas pelas instituições de arquivo são também abrangidas por um único modelo funcional, alargando o modelo OAIS cujo principal foco é a preservação digital. As fontes utilizadas para tal incluem os resultados do projeto E-ARK, documentação publicada pela Arquivos Nacionais do Reino Unido, a pesquisa interna realizada pela Aquivos Históricos da Comissão Europeia (HAS) bem como a documentação detalhada dos seus processos internos, a informação recolhida na primeira fase deste estudo.

Principais conclusões

O Archeevo é o software de arquivo com melhor classificação numa análise de vários requisitos funcionais e não funcionais.

Tabela retirada do relatório em análise

Numa perspetiva aglomerada, o estudo sugere também a possibilidade de se combinar dois softwares que forneçam um serviço mais completo que englobe a gestão do arquivo e a preservação da respetiva informação e de entre 3 sugestões facultadas uma delas foi a junção do software Archeevo com o software RODA. O Archeevo, tal como já foi referido, é um software proprietário da KEEP SOLUTIONS e o RODA é um software open-source, ou seja, de acesso aberto, que também é desenvolvido pelo KEEP SOLUTIONS.

Consulte o relatório integral disponível em:
https://ec.europa.eu/isa2/sites/isa/files/isa2_action_2017_01_standard_based_archival_data_management_final_report_v1.00.pdf

Software da KEEP SOLUTIONS suporta Portal da Defesa Nacional

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O Ministério da Defesa Nacional disponibilizou recentemente o Portal das Instituições de Memória da Defesa Nacional, que reúne numa única interface o conteúdo da Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional, Biblioteca Digital do Exército, Arquivos, Museus e Centros de Documentação, possibilitando a pesquisa de informação num catálogo coletivo que reúne conteúdos dessas várias fontes de informação.

Trata-se de uma integração de sistemas que permite facultar e facilitar o acesso à informação contida nas variadas instituições de memória através de um único ponto de acesso, assegurando uma divulgação mais eficaz dos recursos de informação.

A solução tecnológica utilizada é o software Retrievo, da KEEP SOLUTIONS, um portal que permite a agregação de conteúdos e pesquisa federada sobre múltiplas fontes de informação heterogéneas. Estas mantêm-se intactas, o Retrievo apenas faz a localização da informação pretendida e redireciona o utilizador para a origem da informação.

O portal dá atualmente acesso a cerca de 632 mil registos provenientes de 17 fontes que representam as instituições que guardam, preservam e divulgam a Memória da Defesa Nacional.

Consulte o portal disponível em https://portalmemoria.defesa.pt/