Paris tem um museu gratuito flutuante com livraria e bar

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Ancorado no Rio Sena, o Museu Fluctuart fica entre a Torre Eiffel e o Louvre.

O Fluctuart, um centro de arte urbana inaugurado em julho, está localizado num prédio de três andares: porão, convés e terraço. Além de expor trabalhos dos pioneiros da arte de rua e mestres mundialmente famosos, o museu – gratuito durante todo o ano – inclui artistas emergentes nas suas exposições permanentes e temporárias.

A missão do Fluctuart é conectar os artistas de rua de todas as origens, proporcionando o espaço para mostrar sua arte para o mundo. Além da livraria especializada, o bar no rooftop funciona até à meia noite e possui programação diária durante o verão.

No momento, a exposição Time Capsule, da artista Caledonia Curry – conhecida como Swoon – faz parte da primeira exposição temporária, até ao mês de outubro.

Fonte: https://viagens.sapo.pt/viajar/viajar-mundo/artigos/paris-tem-um-museu-gratuito-flutuante-com-livraria-e-bar

Vai nascer em Portugal uma biblioteca virtual científica para os hospitais

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A iniciativa pretende funcionar como instrumento de prevenção na Saúde Pública. Além de reunir e disponibilizar na mesma plataforma informação até agora dispersa, pretende também dinamizar investigações na área da saúde.

Sabia que no Brasil já descobriram como cultivar tudo o que o Homem precisa no pior dos solos, quer seja de calcário ou vulcânico, como é o açoriano? E sabia que os Açores já sabem lidar melhor com doenças derivadas da insularidade do que os cabo-verdianos? Agora imagine como estes povos poderiam beneficiar com a partilha de conhecimentos e dados. É com esse objetivo em mente que surge agora em Portugal o “Observatório da Saúde dos Povos”, uma biblioteca virtual de acesso livre para estudos científicos.

A palavra de ordem é “prevenção”, seguida de “aprendizagem”. Em linhas gerais, o objetivo da plataforma é recolher o máximo de informação possível e aprender, connosco e com os outros, para prevenir e melhorar terapêuticas.

Numa primeira fase, a biblioteca virtual vai começar por reunir “pesquisas de contexto hospitalar que abranjam patologias degenerativas, nos casos oncológicos, inflamatórios, reumáticos e neurológicos”, explica Paula Mouta, diretora do Observatório da Saúde dos Povos. Mas a porta não está fechada a outras áreas, até porque “existe uma abrangência muito grande de estudos em ambiente hospitalar”, neste momento dispersos ou mesmo em suspenso por falta de apoios.

Esta nova plataforma admite publicar estudos já realizados, mas será dada primazia a novas investigações. Para isso, conta com a colaboração do Hospital Saint Louis e do LaBEST – Laboratório para o Empreendedorismo, Sociedade e Tecnologia do Instituto Piaget, que vai validar os trabalhos científicos para publicação.

Jaqueline Silva, do Instituto Piaget, admite que o objetivo é cimentar um portal de referência na área científica à escala internacional.

A apresentação oficial do Observatório da Saúde dos Povos está marcada para 11 e 12 de Outubro, nos Açores, numa cimeira que vai reunir vários especialistas internacionais de diferentes áreas.

O Observatório já está registado na plataforma da European Association Cancer Research. O próximo passo é chegar ao Parlamento Europeu e garantir financiamento comunitário.

Fonte: Renascença

Programa do 13.º Encontro Nacional de Arquivos Municipais já disponível

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Num momento em que se anunciam mudanças estruturais nas autarquias no âmbito da gestão da informação decorrentes dos desafios da desmaterialização, importa refletir sobre as novas formas de arquivo que impõem um acesso mediado pela tecnologia.

Neste contexto, assumem particular relevo os cuidados a ter para garantir o acesso continuado à informação de arquivo, sendo que as formas de representação da informação, a preservação digital e o projeto da nova Portaria de Gestão Documental, contribuirão de forma definitiva para esse propósito.

A Associação, através do seu Grupo de Trabalho de Arquivos Municipais e a Câmara Municipal de Cascais, vão organizar nos próximos dias 18 e 19 de outubro, em Cascais o 13º Encontro Nacional de Arquivos Municipais.

Esta nova edição que conta com especialistas nacionais e internacionais apresenta-se como uma oportunidade para refletir sobre as soluções que permitam às autarquias preparar-se para os desafios do novo paradigma dos seus arquivos.

Consulte o programa e inscreva-se já!

Fonte:Notícia BAD

Uma viagem à Braga romana com recurso às media arts

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Ínsula das Carvalheiras poderá ser visitável em 2021. Arqueólogos e arquitetos projetam circuito de visita com recurso a tecnologias multimédia para uma viagem à Bracara Augusta.

Entre dois e três milhões de euros é a estimativa de investimento da Câmara Municipal de Braga na valorização e criação de um percurso de visita às ruínas romanas da Ínsula das Carvalheiras, projeto que começa agora a ser desenhado por José Alejandro Beltrán-Caballero e Ricardo Mar, arquitetos espanhóis com experiência na musealização de vestígios romanos. Os dois apresentaram os primeiros esboços de um centro interpretativo e de circuitos de visitação a um dos mais importantes vestígios de Bracara Augusta, descobertos em 1983, mas que têm estado, até agora, inacessíveis ao público.

Durante uma visita do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e do reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, ao campo arqueológico que decorre na Ínsula das Carvalheiras, Ricardo Mar destacou a “dialética entre os arqueólogos que estão a fazer as escavações e os arquitetos” para a definição do projeto de valorização, musealização e visita que se pretende ver concretizado até 2021. “As ideias estão a ser discutidas com a Universidade do Minho e com o Município de Braga. Queremos que as ruínas sejam um elemento explicativo, seja através das coberturas, de painéis ou de reconstruções virtuais. Por outro lado, teremos um parque urbano para que este não seja um conjunto arqueológico fechado”, explicou.

A dupla de arquitectos está a trabalhar em articulação com uma equipa de arqueólogos liderada por Manuela Martins, da Universidade do Minho, a qual referiu também o “diálogo com outras especialidades” para a recriação dos espaços do quarteirão romano, construído e remodelado entre os séculos I e V depois de Cristo.
O artista e investigador João Martinho Moura, que desenvolve trabalhos nas áreas da arte digital, interfaces, visualização, música digital e estética computacional, foi sondado para a criação, nas Carvalheiras, de algo que dê ao visitante a perceção de como as pessoas circulavam naquele espaço da Bracara Augusta.

“A cidade Capital das Media Arts tem de estar neste projeto”, afirmou Manuela Martins.

“Este espaço vai propiciar uma verdadeira viagem no tempo, com a entrada num centro interpretativo que terá uma dimensão moderna e tecnológica e com um percurso até ao interior deste espaço que constitui um importantíssimo legado romano”, acrescentou o presidente da Câmara Municipal.

Para Rui Vieira de Castro, reitor da Universidade do Minho, entidade que subscreveu com o Município um acordo de cooperação para o desenvolvimento do deste projeto, este tem “a vantagem devolver vestígios muitíssimos relevantes de uma época relativamente larga da História de Braga aqui sedimentados”, ao mesmo tempo que permite à sua instituição “construir conhecimento novo de natureza arqueológica e arquitectónica” e “criar condições para que jovens possam experimentar a actividade de arqueólogo”.

A arqueóloga Fernanda Magalhães afirma que um dos objectivos do campo arqueológico é a descoberta da continuidade de uma calçada romana e vestígios da muralha romana que estarão ainda enterrados.

Fonte: https://correiodominho.pt/noticias/uma-viagem-a-braga-romana-com-recurso-as-media-arts/119016

KEEP SOLUTIONS está a recrutar analistas programadores

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Encontram-se abertas 5 oportunidades de emprego para a função de Full stack developer para integrar os quadros da empresa KEEP SOLUTIONS sediada em Braga.

Os candidatos deverão possuir os seguintes requisitos:
▪ Licenciatura ou mestrado em Informática ou afins;
▪ Conhecimentos de programação orientada a objetos;
▪ Conhecimentos de programação em linguagens de scripting;
▪ Conhecimentos de linguagens Web;
▪ Conhecimentos de bases de dados relacionais.

Os candidatos deverão ainda possuir as seguintes competências:
▪ Capacidade de trabalhar em equipa;
▪ Capacidade para se focalizar na concretização dos objetivos do serviço e garantir que os resultados desejados são alcançados.

Os candidatos terão a oportunidade de integrar uma equipa jovem e dinâmica, altamente focada no desenvolvimento e implementação de soluções de software que visam o acesso continuado à informação. Dependendo do perfil do candidato, este poderá ser integrado num projeto de âmbito nacional ou internacional.

Consulte toda a informação disponível no edital de recrutamento.

A KEEP SOLUTIONS tem como missão assegurar que a informação produzida hoje permanece acessível às gerações futuras. A nossa atuação assenta no fornecimento de soluções de software para gestão e preservação de informação. Os seus principais clientes são instituições públicas nacionais e internacionais de grandes dimensões tais como a Comissão Europeia, Ministérios, Arquivos Nacionais, Museus, Universidades, etc.

Software Archeevo alvo de mais um estudo em tese de doutoramento

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Das 102 plataformas digitais analisadas concluiu-se que 32% utilizam o software Archeevo e 18% utilizam o seu predecessor DigitArq, perfazendo um total de 50% das plataformas digitais utilizadas em Portugal.

O estudo em análise foi desenvolvido por Maria Isabel Ventura, que elaborou ao longo de 2018, uma dissertação para a obtenção do Doutoramento em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, intitulada “A representação da informação nas plataformas digitais dos serviços de arquivo: estudo comparativo e proposta de modelo”.

O objetivo principal deste estudo foi entender que estratégias de mediação entre as plataformas digitais nos serviços de arquivo e os utilizadores são usadas na representação da informação, no sentido de uma aproximação ao utilizador. Pretendeu-se, ainda, aferir até que ponto essas formas de mediação são percetíveis para o utilizador, bem como indispensáveis na sua interação com a interface das plataformas digitais.

A autora fez o levantamento de todas as plataformas digitais dos serviços de arquivo. A recolha de informação foi feita nos sites do Portal dos Arquivos Portugueses, InfoGest, Keep Solutions, Artefactual, Dglab, arquivos distritais, arquivos municipais, entre outros.

Do levantamento realizado resultaram 102 plataformas digitais dos serviços de arquivo. Foram consideradas neste levantamento, as plataformas digitais cujos softwares são vocacionados para gestão de informação em arquivos, ou com uma utilização integrada da informação em arquivos, bibliotecas e museus. Os projetos desenvolvidos com ferramentas orientadas só para bibliotecas ou só para museus não foram considerados.

Importa também referir que este mesmo levantamento foi feito durante o mês de maio de 2018, podendo haver já alguns dados desatualizados, nomeadamente devido a mudanças de software, particularmente na passagem do Digitarq para o Archeevo.

Destas 102 plataformas digitais, cerca de 33 (32%) utilizam o software Archeevo e 21 (18%) utilizam o Digitarq, perfazendo um total de 50% das plataformas digitais. O AtoM com cerca de 21 (20%) plataformas, seguindo-se o Gisa usado em 4 (4%) arquivos, o X-arq em 3 (3%), o Docbase em 2 (2%) e o InfoGest é utilizado num serviço online. Apenas entraram neste levantamento o software com acesso à informação online.

No âmbito da investigação qualitativa, a autora do estudo construiu duas entrevistas semiestruturadas dirigidas por um lado aos responsáveis pelo desenvolvimento de software, por outro aos profissionais de informação que têm a seu cargo a promoção e gestão das plataformas digitais.
Miguel Ferreira, diretor executivo da KEEP SOLUTIONS, aceitou responder às questões colocadas, dando assim o seu contributo nas questões relacionadas com o desenvolvimento do software.

Fonte: “A representação da informação nas plataformas digitais dos serviços de arquivo: estudo comparativo e proposta de modelo” de Maria Isabel Ventura

Museu de Fotografia da Madeira reabre até ao final do mês

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O Museu de Fotografia da Madeira – Atelier Vicente’s, o único do país inteiramente dedicado à fotografia, vai reabrir a 29 de julho, depois de um investimento de 1,7 milhões de euros na sua reabilitação, indicou o executivo regional.

“Estamos a falar de uma casa de fotografia oitocentista, a mais antiga do país, que passou por quatro gerações da mesma família, portanto estamos a falar de um património que diz muito aos madeirenses, fez parte do quotidiano e da vivência da Madeira”, disse, em entrevista à agência Lusa, a secretária do Turismo e Cultura, Paula Cabaço.

O Atelier Vicente’s, agora renomeado Museu de Fotografia da Madeira, foi fundado em 1863 por Vicente Gomes da Silva e manteve-se operacional até 1978, ano em que o edifício, no centro do Funchal, e o espólio, com mais de 1,5 milhões de negativos, foram adquiridos pelo Governo Regional da Madeira.

Em 1866, três anos após a abertura da casa, Vicente Gomes da Silva recebeu o título de fotógrafo da Imperatriz Elisabeth (Sissi) da Áustria e, em 1903, o de fotógrafo da Casa Real Portuguesa, o que contribuiu ainda mais para a sua importância, tornando-se num dos estúdios mais bem apetrechados do século XIX.

O espaço abriu ao público em 1982 como museu e em 2014 encerrou para obras, tendo o executivo investido 1,2 milhões de euros na reabilitação do prédio e 500 mil euros, com comparticipação comunitária de 85%, no restauro e salvaguarda do acervo.

“Queremos ir mais além neste espaço museológico, queremos que o Museu de Fotografia – Atelier Vicente’s seja uma referência ao nível nacional e queremos que possa projetar a Madeira internacionalmente nesta área”, afirmou Paula Cabaço.

A secretária do Turismo e Cultura destacou o investimento feito na “reconstituição fiel” do estúdio, nomeadamente ao nível do mobiliário, adereços, material de laboratório e máquinas fotográficas, indicando que os visitantes terão até a possibilidade de ser fotografados com cenários da época.

Paula Cabaço explicou que a reconstituição do atelier inclui também uma apresentação da história dos processos fotográficos, do daguerreótipo às primeiras fotografias a cores, passando pelos dispositivos de lanterna mágica e pela estereoscopia (fotografia a três dimensões).

Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/museu-de-fotografia-da-madeira-reabre-apos-investimento-de-17-milhoes-de-euros-470385

Arquivo do Registo Automóvel passa de Lisboa para a Guarda

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Com vista à descentralização de serviços, o Governo anunciou recentemente que o Arquivo de registo automóvel de Lisboa ficará na Guarda.

Num projeto-piloto do qual fazem parte o Instituto dos Registos e do Notariado, assim como a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, o Arquivo do Registo Automóvel de Lisboa passará para a Guarda.

O município de Seia vai ter como responsabilidade o alojamento das cópias de segurança da Rede Informática do Governo (RInG), a cargo do Centro de Gestão da Rede Informática do Governo.

A cerimónia de assinatura do protocolo de cooperação para o estabelecimento do projeto-piloto “Localização do Arquivo de Registo Automóvel de Lisboa na Cidade da Guarda” realizou-se ontem, dia 18 de julho, na Sala António Almeida Santos, nos Paços do Concelho da cidade mais alta de Portugal.

Na cerimónia estiveram presentes o Ministro Adjunto e da Economia , Pedro Siza Vieira e também Carlos Chaves Monteiro, presidente da Câmara da Guarda.

Fonte: https://pplware.sapo.pt/informacao/guarda-arquivo-do-registo-automovel/

Museu do Côa escolhido para acolher a Rede Nacional de Arte Pré-Histórica

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O Museu do Côa, em Foz Côa, vai acolher a sede da futura Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, resultado da escolha de cerca de 30 entidades nacionais.

“O objetivo da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica é criar um organismo intermunicipal, verdadeiramente nacional, que esteja comprometido com um conjunto de objetivos comuns e que passam pela partilha de recursos humanos e patrimoniais, a partilha de conhecimentos ou a partilha de experiências, tendo em vista a criação de produtos turísticos integrados”, explicou à Lusa, Bruno Navarro, presidente da Fundação Côa Parque.

O ato formal de constituição da Rede Nacional de Arte Pré-Histórica está agendado para o próximo dia 09 de outubro, Dia Europeu da Arte Rupestre, no Museu do Côa, onde marcarão presença todos os representantes das entidades envolvidas, no processo de constituição da Rede.

“Esta nova entidade vai permitir criar uma nova rota turística, que vai englobar todo o interior do país, desde o Sul do Alentejo ao Norte de Portugal, sendo uma rede constituída, essencialmente, por municípios e organismos de ensino superior, com uma abrangência territorial considerável”, concretizou o responsável.

Bruno Navarro salientou à Lusa que se trata de um grande desafio para a Fundação Côa Parque (FCP), pela responsabilidade envolvida, já que se trata de um organismo que está sediado num território reconhecido pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), como Património Mundial da Humanidade.

Entre objetivos, a Rede Nacional de Arte Pré-Histórica, associação sem fins lucrativos, terá por missão promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades integradas na Rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte pré-histórica, instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos, criar canais de comunicação apropriados ao desenvolvimento de projetos colaborativos, promover a cooperação com redes internacionais congéneres, entre outros.

Fonte e mais informações: https://www.rtp.pt/noticias/cultura/museu-do-coa-escolhido-para-acolher-a-rede-nacional-de-arte-pre-historica_n1156497

Mafra comemora inscrição como Património Mundial com visitas gratuitas

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A inscrição do Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada de Mafra como Património Mundial da UNESCO é assinalado no sábado, dia 20 de julho, com visitas gratuitas, recriações históricas, espetáculos de música e percursos pedestres.

Na Basílica do palácio, vão ouvir-se os órgãos históricos ao longo do dia, enquanto no Jardim do Cerco vai ser feita a recriação histórica “O recreio da corte”, com jogos, música e dança, entre as 15:00 e as 18:00.

Já a Escola das Armas promove visitas guiadas entre as 10:00 e as 15:00 e a Tapadão organiza percursos pedestres entre as 10:00 e as 18:00.

Pelas 22:00, a Banda Sinfónica do Exército e a soprano Daniela Nunes dão um concerto em frente ao Palácio Nacional de Mafra.

O monumento português fez parte das “36 indicações para inscrição na Lista do Património Mundial”, que foram avaliadas.

Datado do século XVIII, o Palácio Nacional de Mafra, mandado construir por D. João V, com a riqueza resultante do ouro vindo do Brasil, é um dos mais importantes monumentos representativos do barroco em Portugal, sendo por isso um exemplo de afirmação do poder real.

Possui importantes coleções de escultura italiana, de pintura italiana e portuguesa, uma biblioteca única, bem como dois carrilhões, seis órgãos históricos e um hospital do século XVIII.

Foi classificado em 1910 como Monumento Nacional, mas a classificação abrangia só o palácio, a basílica e o convento.

Fonte: https://www.pportodosmuseus.pt/2019/07/15/mafra-comemora-inscricao-como-patrimonio-mundial-com-visitas-gratuitas/