Museu do Louvre volta a ser o museu mais visitado em 2018

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O Louvre, o museu mais visitado do mundo, ultrapassou pela primeira vez a marca de dez milhões de visitantes em 2018, disse esta quinta-feira a administração do museu de Paris. “Pela primeira vez na sua história, e acho que pela primeira vez na história dos museus, mais de dez milhões de visitantes visitaram o Louvre em 2018”, disse o presidente do Louvre, Jean-Luc Martinez.

Em 2017 o museu tinha recebido 8,1 milhões de visitantes, um aumento de 10,1% em relação a 2016.

O número de visitantes tem aumentado ao longo dos últimos dois anos, em contraste com os anos de 2015 e 2016, em que o número de turistas estrangeiros em Paris diminuiu, devido aos temores de atentados que assolaram a cidade nesses anos.

Fonte: https://observador.pt/2019/01/03/louvre-em-paris-bate-recordes-com-mais-de-dez-milhoes-de-visitantes-em-2018/

Fundação Berardo vai instalar museu de arte africana em Estremoz

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A Fundação Berardo vai instalar um museu dedicado à arte africana na cidade de Estremoz, no distrito de Évora.

A notícia foi revelada pelo presidente do município, Luís Mourinha. O autarca indicou que o museu vai ser instalado no antigo edifício da Federação Nacional dos Produtores de Trigo, situado na Rua Serpa Pinto, onde funcionou depois o Museu da Alfaia Agrícola e que se encontra devoluto há vários anos.

Segundo Luís Mourinha, o edifício já foi adquirido pela Fundação Berardo e o museu será instalado após obras de recuperação, abrangendo também outras temáticas, além da arte africana.

O museu vai ser instalado no Palácio dos Henriques, vulgarmente conhecido em Estremoz por Palácio Tocha, um imóvel classificado como monumento de interesse público e situado junto ao jardim municipal, no Largo D. José I. No interior do edifício destacam-se as salas e corredores cobertos por painéis de azulejos setecentistas.

Segundo a Coleção Berardo, as obras de adaptação do edifício, propriedade de José Berardo, são comparticipadas em 75% por fundos comunitários.

A gestão deste museu, nos primeiros cinco anos, vai ser feita ao abrigo de uma parceria entre a Coleção Berardo e o município de Estremoz.

“O visitante vai desfrutar do melhor da arte, através de um diversificado acervo que é constituído pelas várias coleções do universo mais vasto da Coleção Berardo, considerada uma das mais prestigiadas coleções privadas a nível internacional”, segundo o município.

Fonte (texto e imagem): https://www.jn.pt/artes/interior/fundacao-berardo-vai-instalar-museu-de-arte-africana-em-estremoz-10374150.html

Museu Nacional de Arqueologia celebrou 125 anos

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O Museu Nacional de Arqueologia foi criado por decreto há 125 anos e até hoje tem guardado tesouros da arqueologia portuguesa.

“Um museu etnográfico, onde esteja representada parte da vida material de um povo.” É esta a primeira frase do decreto da criação do Museu Nacional de Arqueologia que celebrou no passado dia 20 de dezembro 125 anos. Ao longo de todo este período, aquele espaço localizado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, reuniu alguns dos principais tesouros da arqueologia.

O diretor do Museu, António Carvalho, explicou que há peças com mais de meio milhão de anos guardadas no espólio.

“Aqui nesta reserva guardamos peças que contam meio milhão de anos de ocupação humana do atual território português. Guardamos espólio de 3160 sítios arqueológicos e temos todo o país representado”, disse António Carvalho.

O Museu tem várias exposições permanentes e outras temporárias. Nesta altura, há uma dedicada ao concelho de Loulé e conta a história das comunidades que o constituíram entre a Pré-História e a Idade Média.

A exposição apresenta, por exemplo, as atas de vereação mais antigas do país segundo o diretor, que pertencem a Loulé. Os documentos são datados de 12 de dezembro de 1384. “Guardam a memória da votação dos homens bons de Loulé, relativamente ao partido que iam tomar na crise de 1383-85”, explicou António Carvalho.

O diretor do Museu Nacional de Arqueologia sublinhou ainda que esta é a maior reserva nacional com peças da civilização egípcia. O mesmo recorda a viagem do antigo diretor Leite Vasconcelos, que trouxe mais de 70 peças para Lisboa.

Fonte (texto e imagem): https://www.tsf.pt/cultura/interior/museu-nacional-de-arqueologia-celebra-125-anos-10346197.html

Universidade de Coimbra estuda novo acesso à Biblioteca Joanina

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A Universidade de Coimbra (UC) encomendou ao arquiteto Souto Moura o projeto de um novo acesso à Biblioteca Joanina, que preserva um acervo de 58 mil livros publicados entre os séculos XVI e XVIII.

“A definição desse novo acesso (seja sob a forma de antecâmara ou de outro tipo) permitirá estabilizar a temperatura interior e evitar a entrada de partículas de pó para a sala principal, explicou o diretor da Biblioteca Geral da UC, José Augusto Bernardes, citado num comunicado enviado à agência Lusa.

A encomenda a Souto Moura do estudo de uma entrada alternativa para a Biblioteca Joanina segue-se a outros esforços de preservação do espaço, mandado erguer por D. João V entre 1717 e 1728, e do seu rico espólio.

Nos últimos anos, “foram tomadas várias medidas nesse sentido: a alteração do acesso (que passou a fazer-se pela porta lateral que conduz diretamente ao piso térreo e não pela porta principal), o controlo rigoroso do número de turistas que a visitam em simultâneo, o reforço da limpeza dos diferentes pisos e o controlo dos níveis de humidade, temperatura e partículas”, refere o comunicado.

Mais recentemente, a UC investiu em trabalhos de restauro da porta do edifício da Biblioteca Joanina, na limpeza e restauro da fachada principal e procedeu à aquisição e instalação de um equipamento ainda raro no panorama nacional – uma câmara de anoxia (equipamento que repõe os níveis de humidade e faz a desinfestação de fungos e parasitas dos livros, sem recurso a químicos).

A Biblioteca Joanina, considerada o ex-líbris da UC, é anualmente visitada por cerca de meio milhão de pessoas, além de, durante o ano, mais de 600 das suas obras terem sido requisitadas por investigadores nacionais e estrangeiros.

Fonte: https://www.noticiasdecoimbra.pt/universidade-de-coimbra-estuda-novo-acesso-a-biblioteca-joanina/

Museu do azeite já abriu em Oliveira do Hospital

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Portugal tem um novo museu dedicado à história da produção de azeite. Fica na pequena aldeia de Bobadela, no concelho de Oliveira do Hospital, e promete atrair visitantes de todo o país – e também do estrangeiro – pela riqueza da sua exposição, que conta com peças únicas colecionadas por António Dias, empresário do setor e promotor do projeto.

O museu abriu ao público no início deste mês de dezembro e revela-se um espaço inteiramente dedicado a contar a história da produção de azeite (moagem, prensagem e decantação) desde a época romana – há cerca de dois mil anos – até à época contemporânea. O percurso expositivo faz-se por várias salas dedicadas a cada um dos períodos.

A abordagem aos visitantes é em tudo contemporânea, marcada por écrãs táteis, vídeos e pontos interativos. Há réplicas monumentais de lagares de diferentes períodos históricos e um curioso (e único) relógio a azeite pertencente à coleção de centenas de peças que António Dias, promotor do projeto, juntou ao longo dos anos.

António Dias é produtor de azeite desde 1986 e na verdade já tinha um lagar próximo do local onde agora abriu o Museu do Azeite. Quando começou a colecionar peças de lagares antigos, fruto da sua paixão pelo azeite, percebeu que tinha em mãos «verdadeiras peças de arte» e que um dia «tudo isso se ia perder no tempo». «Então comecei a imaginar isto», explicou, durante a apresentação do museu à imprensa.

Integrado numa área de construção de 1700 metros quadrados, o edifício preto e verde escuro foi desenhado de forma a enquadrar-se na natureza envolvente e está rodeado de oliveiras – uma delas com mais de mil anos, segundo António. Quando visto do céu, percebe-se que recria as formas de um ramo de oliveira com folhas e azeitonas, uma ideia original do arquiteto Vasco Teixeira.

No final da visita, vale a pena subir ao restaurante Olea (cujo nome alude à espécie de oliveira mais comum em Portugal) para provar o dito néctar dourado de várias maneiras, das entradas à sobremesa, enquanto se observa o maciço da Serra da Estrela no horizonte. À saída existe também uma loja onde se pode comprar o azeite ali produzido e produtos derivados, como licor de folha de azeitona.

Fonte (texto e imagem): https://www.evasoes.pt/fim-de-semana/bobadela-museu-do-azeite-ja-abriu-em-oliveira-do-hospital/

Feliz Natal e um excelente 2019!

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Com o ano de 2018 quase a terminar, a KEEP SOLUTIONS agradece a todos aqueles que contribuíram para que fosse mais um ano de crescimento, aprendizagem e prosperidade.

Desta forma gostaríamos de expressar o nosso sincero agradecimento aos nossos clientes pela confiança e cooperação, aos nossos colaboradores pelo profissionalismo e dedicação e aos nossos parceiros pelas alianças estabelecidas.

O ano 2018 foi um ano enriquecedor, pautado por alguns marcos como o crescimento da equipa com a entrada de novos colaboradores, a alteração da imagem corporativa da empresa e o lançamento da nova versão do nosso software Archeevo e do software RODA. Conseguimos projetos de grande relevo nacional e internacional como fornecimento de: solução de gestão integrada de arquivo e biblioteca para o Porto de Lisboa, Setúbal e Sesimbra, solução de gestão de arquivo para o Banco de Portugal, solução de gestão de biblioteca para a Navigator, solução para a gestão das bibliotecas da Universidade católica Portuguesa, vários projetos com arquivos e bibliotecas municipais, entre outros. Além disso iniciamos a participação num projeto europeu, o EARK4ALL.

Neste ano, a KEEP SOLUTIONS comemorou o seu 10º aniversário e o balanço do percurso é bastante positivo. A empresa tem vindo a crescer de forma sustentável, assegurando sempre a qualidade, credibilidade e confiança, sem esquecer a satisfação dos seus clientes.

Entrámos no mercado há 10 anos e hoje podemos dizer que somos líderes nacionais em soluções de software para gestão de informação de arquivo e uma referência internacional em sistemas e serviços de preservação digital.

É, por isso, com enorme sentimento de dever cumprido que continuaremos a trabalhar para a satisfação dos nossos stakeholders, melhorando os nossos produtos e serviços, sempre com excelência e profissionalismo.

Desejamos a todos aqueles que connosco cooperam que o ano 2019 seja repleto de sucesso e realizações.

Museus de Lisboa, Roma e Mérida promovem divulgação do legado romano

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O Museu Nacional de Arte Romana de Mérida, o Museu dos Fóruns Imperiais de Roma e o Museu Nacional de Arqueologia de Lisboa colaboram na promoção da atividade dos voluntários, relativamente à proteção e divulgação do património e legado do Império Romano.

Os três responsáveis dos museus apresentaram o programa europeu ‘Aprendendo e ensinando museus. Programa de formação para voluntariado nos museus da Romanidade’, tendo Trinidad Nogales afirmado que o museu de Mérida se associou a dois membros de “primeiríssimo nível”, o romano e o de Lisboa. Um dos objetivos deste projeto é estabelecer uma rede de trabalho entre os “museus de Romanidade”, já que o património cultural da antiguidade fornece códigos comuns na Europa, especialmente quando estes centros culturais incrementam o valor social e educativo do património que guardam.

O diretor do Museu Arqueológico Nacional de Lisboa, António Carvalho, afirmou que o voluntariado é “uma necessidade” e que Portugal tem “uma longa história” nesta experiência, sendo a idade média dos voluntários de 33 anos. O responsável manifestou-se “muito satisfeito” por colaborar com os museus de Roma, “a capital do Império Romano”, e de Mérida, “a capital da província da Lusitânia”, lembrando que Lisboa foi “a capital do Atlântico”.

Quanto ao Museu dos Fóruns Imperiais, em Roma, a diretora Trinidad Nogales salientou que inclui uma dúzia de centros urbanos e jovens até 30 anos que se formam como voluntários, durante um período de um ano, que conhecem os fóruns imperiais romanos, incluindo zonas não acessíveis a turistas, e que trabalham com pessoas mais velhas.

Por seu lado, Lucrezia Ungaro, diretora do Museu dos Fóruns Imperiais assinalou que no que respeita à romanidade, Roma é “um ponto fundamental de união” entre as cidades e que o programa apresentado hoje é “muito importante”. Neste sentido, salientou que se trata de treinar jovens como voluntários com base na experiência de veteranos.

Fonte (texto e imagem): https://www.noticiasaominuto.com/cultura/1155906/museus-de-lisboa-roma-e-merida-promovem-divulgacao-do-legado-romano

Cabo Verde quer arquivo comum da CPLP para juntar as peças do puzzle da história

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O conservador do Arquivo Nacional de Cabo Verde (ANCV), Martinho Robalo de Brito, referiu que “todos os países se manifestaram interessados em ter um arquivo comum” para desenvolver melhor a ideia da Comunidade dos Países de Língua portuguesa (CPLP). O mesmo afirma que um arquivo comum seria uma forma de reunir as várias peças do puzzle da história dos Estados.

Em entrevista à agência Lusa, Martinho Robalo de Brito disse que seria interessante, durante a atual presidência cabo-verdiana da CPLP, reunir em Cabo Verde os representantes dos arquivos dos países que compõem a organização, no sentido de desenvolverem melhor a ideia.

Segundo o mesmo, durante um encontro de arquivos de biblioteca da CPLP que decorreu em maio, em Portugal, saiu a recomendação de criar um arquivo comum da CPLP. “Criar um arquivo comum implica que todos os Estados membros tenham os seus arquivos online e que quem já está um pouco à frente deve ajudar os outros”, adiantou.

O conservador do ANCV referiu que “Há muita coisa comum e há documentos que estão em vários sítios. Há partes de documentos que estão num sítio e, juntando todos, podemos fazer um puzzle e fazer uma coisa maior. Temos tudo a ganhar”, declarou.

O ANCV comemora este ano o 30.º aniversário, com um conjunto de atividades que têm o ponto alto esta terça-feira, com uma conversa aberta à volta do arquivo, na qual estará presente o ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente. O lema das comemorações dos 30 anos do ANCV é “entre o tudo guardar e nada a perder”.

Fonte (texto e imagem): https://observador.pt/2018/12/18/cabo-verde-quer-arquivo-comum-da-cplp-para-juntar-as-pecas-do-puzzle-da-historia/

Realidade aumentada permite explorar Museu de Faro com os cinco sentidos

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Os visitantes do Museu Municipal de Faro já podem explorar 84 obras de arte com os cinco sentidos, através de um sistema de realidade aumentada desenvolvido por investigadores da Universidade do Algarve (UAlg) com um parceiro empresarial.

O sistema funciona com um dispositivo portátil que pode ser acoplado ao telemóvel e que emite desde sabores vaporizados, cheiros, vibrações e até sensações térmicas, explicou à Lusa João Duarte, do Instituto Superior de Engenharia da UAlg e responsável pelo desenvolvimento do dispositivo.

Além de permitir ouvir a narrativa da obra (audição) e ver pormenores da mesma aumentados (visão), o sistema, através deste aparelho, reproduz sensações de vibração, como nos comandos das consolas de jogos, e de brisa, através de uma ventoinha (tato), o cheiro a flores e amêndoas (olfato) e ainda o sabor a frutos vermelhos e café (paladar).

No caso do paladar, o sistema funciona à semelhança dos vaporizadores eletrónicos, mas com líquidos próprios usados pela indústria alimentar, que são expelidos através de tubos individuais e higienizados, referiu João Duarte, de 29 anos, que fez um mestrado em Engenharia Elétrica e Eletrónica.

O professor João Rodrigues, coordenador do projeto, contou à Lusa que a grande novidade é conseguir, apontando o telemóvel em direção às obras, conhecer não só a sua narrativa, como “ter as sensações que o autor pretendia transmitir”, o que exigiu a integração na equipa de peritos em arte.

Contudo, sublinha, o objetivo é “aumentar o prazer de estar no museu, o conhecimento, mas nunca estragar a experiência de estar num museu”, pelo que foi também criado um dispositivo para por nos ouvidos em que a pessoa consegue ouvir o ambiente do museu e ao mesmo tempo ouvir o que está a passar na aplicação.

“Não queremos que a pessoa passe o tempo a olhar para um ecrã, queremos que esteja a usufruir do museu e que isto seja uma mais valia para que possa aceder a mais informação”, frisou, acrescentando que outra das funcionalidades da aplicação é a localização das pessoas que estejam a visitar o museu em grupo, o que é útil sobretudo quando se levam crianças.

Fonte e mais informações: https://www.noticiasaominuto.com/tech/1151604/realidade-aumentada-permite-explorar-museu-de-faro-com-os-cinco-sentidos

INE divulga dados sobre os visitantes dos museus portugueses em 2017

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Os museus portugueses registaram 17,2 milhões de visitantes em 2017, dos quais 7,7 milhões (45%) foram estrangeiros, segundo dados anuais do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo o INE, esses 17,2 milhões de visitantes representaram um aumento de 10,6% (1,6 milhões de visitantes) face a 2016.

Esta subida, e acompanhando o impacto do turismo cultural dos anos recentes em Portugal, deve-se “de forma significativa”, refere o INE, ao número de visitantes estrangeiros que em 2017 atingiu os 7,7 milhões (mais 15% do que em 2016).

Para traçar o panorama dos museus portugueses, o INE apenas teve em consideração 430 entidades, de um universo de 680 em atividade em todo o país, com base em cinco critérios: museus que tivessem pelo menos uma sala de exposição, pelo menos um conservador ou técnico superior, orçamento, inventário e estarem abertos ao público.

Por regiões, quase metade do total de visitantes (46,6%) esteve em museus da área metropolitana de Lisboa. Entre os estrangeiros, a maioria (57,6%) também preferiu visitar museus na região de Lisboa.

Os museus de arte foram os que receberam mais visitantes (30% do total), seguindo-se os museus de história (26,3%), e os museus especializados (13,7%).

Além do aumento do número de visitantes, os museus portugueses registaram também uma subida do número de trabalhadores, de 6,9%, para um total de 4.590 pessoas. Cerca de 88% inseriam-se nas categorias profissionais, como conservadores e técnicos superiores, pessoal técnico e pessoa auxiliar. A eles juntaram-se ainda 479 voluntários.

Fonte e mais informações: https://www.dn.pt/cultura/interior/estrangeiros-eram-perto-de-metade-dos-visitantes-dos-museus-em-2017—ine-10311384.html