Falta uma semana para o webinar gratuito de apresentação do software Alcaide. Já se inscreveu?

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A KEEP SOLUTIONS vai realizar um webinar gratuito para apresentação e demonstração do software Alcaide – sistema de informação para gestão de escavações arqueológicas.

O Alcaide tem como missão a gestão de informação produzida durante a execução de projetos de escavação arqueológica. Trata-se de um software altamente inovador que irá, certamente, revolucionar a área das escavações arqueológicas.

O webinar será realizado no dia 14 de maio, às 17h00 e terá a duração de 1 hora.

A sessão será dividida em três partes:
1. Apresentação do Alcaide
2. Demonstração do software
3. Espaço para questões e esclarecimento de dúvidas

A participação é gratuita, no entanto a inscrição é obrigatória. Após a sua inscrição ser-lhe-á enviado por e-mail o link para aceder ao webinar.

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Para qualquer dúvida ou esclarecimento adicional não hesite em contactar-nos através de qualquer um dos nossos contactos.

Bibliotecas e Arquivos defendem reabertura “faseada” e livros em quarentena

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A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD) considera que estes serviços devem retomar atividade de “forma faseada” e deve ser imposta quarentena obrigatória a todos os documentos consultados ou emprestados, para impedir a contaminação por covid-19.

Além disso, e numa primeira fase, a associação entende que deverão continuar vedadas a leitura e a consulta presencial, na “esmagadora maioria” dos equipamentos.

Ontem, dia 4, as bibliotecas e arquivos, por todo o país, puderam reabrir, fazendo parte das atividades que integram a primeira fase do plano nacional de desconfinamento.

Numa tomada de posição publicada na sua página, a associação adiantou que, apesar do confinamento social, poucos arquivos encerraram, tendo a sua maioria mantido a disponibilização de documentos em suporte digital e o fornecimento de serviços internos.

Um “número muito considerável” de bibliotecas manteve também os seus serviços a funcionar à distância, através da consulta de recursos digitais e da partilha e produção de conteúdos online e, algumas delas, continuaram mesmo a realizar o serviço de empréstimo domiciliário de documentos, mas de forma adaptada, recorda a BAD.

Defendendo a quarentena obrigatória de todos os documentos consultados ou emprestados, para impedir uma possível contaminação, os bibliotecários, arquivistas e documentalistas defendem ainda a inibição do livre acesso às estantes.

A segurança de todos os trabalhadores deve ser uma prioridade, devendo ser garantida a existência de equipamento de proteção individual pelas entidades empregadoras, defendem.

“Devem ser previamente garantidas as orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), nomeadamente a lotação máxima reduzida, o controlo de acessos, o trabalho parcial com horários desfasados, privilegiando sempre que possível o teletrabalho, o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização regular dos espaços e dos materiais e proteção de trabalhadores e de utilizadores”, sublinhou.

A associação remete ainda para as orientações da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), publicados no início do confinamento, em março, e atualizados na semana passada.

O limite do número de trabalhadores, através da rotação das equipas, “que asseguram funções não compatíveis com o teletrabalho”, a desinfeção dos documentos, sempre que possível, ou a sua quarentena (até um período máximo de nove dias), a desinfeção de superfícies de contacto (balcões, mesas, computadores, material de escritório), a desinfeção regular das mãos e o uso de proteção individual, como luvas e máscaras, são algumas das orientações publicadas pela DGLAB.

A DGLAB recorda ainda que, em muitos casos, serão os municípios a definir os modos de funcionamento, apelando a que sejam seguidas as orientações da DGS e das autoridades locais de saúde, como o limite máximo do número de pessoas nos espaços da biblioteca ou do arquivo, assim como na entrada do edifício (regra de ocupação máxima indicativa de 0,04 pessoas por metro quadrado de área) além do distanciamento social (mínimo de dois metros).

Fonte: https://observador.pt/2020/05/03/bibliotecas-e-arquivos-defendem-reabertura-faseada-e-livros-em-quarentena/

KEEP SOLUTIONS promove webinar gratuito sobre o software Alcaide. Inscreva-se!

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A KEEP SOLUTIONS vai realizar um webinar gratuito para apresentação e demonstração do software Alcaide – sistema de informação para gestão de escavações arqueológicas.

O Alcaide tem como missão a gestão de informação produzida durante a execução de projetos de escavação arqueológica. Trata-se de um software altamente inovador que irá, certamente, revolucionar a área das escavações arqueológicas.

O webinar será realizado no dia 14 de maio, às 17h00 e terá a duração de 1 hora.

A sessão será dividida em três partes:
1. Apresentação do Alcaide
2. Demonstração do software
3. Espaço para questões e esclarecimento de dúvidas

A participação é gratuita, no entanto a inscrição é obrigatória. Após a sua inscrição ser-lhe-á enviado por e-mail o link para aceder ao webinar.

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Arqueólogos descobrem em Portugal uma das maiores figuras rupestres do mundo. Saiba onde!

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A Fundação Côa Parque (FCP) anunciou a descoberta de um painel de figuras rupestres, entre as quais está a de um auroque que é “maior figura da arte do Vale do Côa e da toda a Península Ibérica, e uma das maiores do mundo, apenas comparável com os auroques da gruta de Lascaux”.

Encontrámos, durante as escavações, a figura de um auroque [boi selvagem] com a dimensão de 3,5 metros, que é neste momento a maior [gravura] do mundo, dentro do seu género, encontrada ao ar livre, datada do período do Paleolítico Superior, com cerca de 23 mil anos”, explicou o arqueólogo da Fundação Côa Parque, Thierry Aubry.

Em comunicado, a fundação explica que, “sob os sedimentos escavados”, a equipa de arqueologia do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) descobriu um painel com mais de seis metros de comprimento. A descoberta é relatada na edição de Maio da revista francesa Archéologia. No resumo do artigo, com o título “Vale do Côa. Gravuras paleolíticas enterradas sob níveis arqueológicos”, lê-se que estas “descobertas recentes feitas na Primavera de 2020 estão a relançar o debate” sobre a arte paleolítica ao ar livre.

De acordo com a fundação, a equipa liderada por Thierry Aubry, responsável técnico-científico do Museu do Côa e Parque Arqueológico do Vale do Côa, iniciou os trabalhos de escavação junto à rocha 9 do Fariseu depois de identificado de “um traço gravado” junto a essa rocha, “que prosseguia sob o solo actual, numa superfície então visível de menos de um metro de comprimento”.

O comunicado da fundação nota ainda que “o traço que se observava à superfície fazia parte da garupa de um grande auroque (boi selvagem) com mais de 3,5 metros de comprimento”. “No seu interior identificaram-se outros animais gravados por picotagem e abrasão: uma fêmea de veado, uma cabra e uma fêmea de auroque, seguida pelo seu vitelo. No sector direito do painel identificou-se um outro conjunto de gravuras, contendo várias representações de auroques, veados e cavalos, todos sobrepostos, que se encontram ainda parcialmente sob sedimentos”.

“Além da importância do achado em si, o facto de o painel ter sido encontrado sob camadas arqueológicas permite atribuir-lhe uma data mínima. Esta é a única forma de datar objectivamente a arte do Côa, uma vez que é impossível de datar directamente por Carbono 14”, explicou Thierry Aubry à agência Lusa.

A rocha 9 do Fariseu representa um dos principais núcleos de arte rupestre do Vale do Côa, classificados como Monumento Nacional e inscritos na Lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

“A continuação dos trabalhos e as datações físico-químicas a realizar permitirão datar de forma científica estas camadas que cobrem as gravuras, mas a sua comparação com o registo da rocha 1 permite dizer que as mais antigas datarão das primeiras fases do Paleolítico Superior”, refere a Fundação Côa Parque. Os trabalhos arqueológicos foram suspensos no âmbito do plano de contingência da pandemia de covid-19 e serão continuados “assim que as actuais medidas de contenção da pandemia” o permitam.

Fonte e mais infomação: https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/arqueologos-descobrem-vale-coa-maiores-figuras-rupestres-mundo-1913873
Imagem: Fundação Côa Parque

Museu do Hermitage mostra os seus maiores tesouros online

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O Museu do Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia, está a sobreviver à quarentena, imposta pela pandemia de covid-19, mostrando online os maiores tesouros da sua coleção.

“Não tem gente, mas o museu continua vivo”, disse em conferência de imprensa, Mikhail Piotrovski, diretor do Hermitage, uma das principais pinacotecas do mundo.

Na conferência, organizada pela agência de notícias russa TASS, Piotrovski relatou o atual dia a dia do museu, habituado a estar a abarrotar de visitantes e ao qual a pandemia de covid-19 impôs o fecho de portas.

Segundo o diretor, a prioridade é “preservar a saúde das coleções” para que os visitantes possam voltar a usufruir do Hermitage quando passar a epidemia, que já infetou mais de 50 mil pessoas e matou outras 500 na Rússia.

Sem arriscar prognósticos, o diretor do museu está confiante de que os visitantes “voltarão”, primeiro os russos e depois os estrangeiros, que representam quase metade do público.

Piotrovski manifestou ainda estar satisfeito com o interesse revelado pelos internautas face aos programas online propostos pelo Hermitage durante a clausura, que já registaram 20 milhões de visitas (o museu recebe uma média de cinco milhões de visitantes por ano).

O museu “não cancelou nenhuma das exposições” previstas, mas os eventos foram adiados uns meses.

O encerramento está a ser aproveitado para realizar múltiplas tarefas, desde um inventário digital para que os especialistas possam observar as obras em tempo real ao cuidado e à alimentação dos famosos gatos do Hermitage, que cumprem o confinamento no museu.

Fonte: https://observador.pt/2020/04/22/museu-do-hermitage-mostra-os-seus-maiores-tesouros-online/

The Covid Art Museum: já nasceu o primeiro museu online dedicado à pandemia

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A ideia foi criada por três publicitários de Barcelona mas a página oficial partilha trabalhos de artistas de todo o mundo.

Chama-se The Covid Art Museum e nasceu durante o período de quarentena pelas mãos de Emma Calvo, Irene Llorca e José Guerrero, três publicitários de Barcelona, Espanha. O objetivo é, claro, mostrar a melhor arte que se faz pelo mundo sobre o surto de Covid-19 – seja através de desenhos, ilustrações, vídeos, animações ou fotografias.

Quando mais criativos forem, melhor. O The Covid Art Museum partilha diariamente novos trabalhos e funciona como uma espécie de arquivo que retrata o que vivemos, sentimos e expressamos durante os tempos de exceção que o mundo atravessa. São feitas várias referências ao uso de máscaras, à corrida ao papel higiénico ou à propagação rápida do vírus entre pessoas.

À revista espanhola “Yorokobu“, os três responsáveis pelo projeto explicam que são eles que selecionam as obras que expõe na página do museu online. Porém, essa escolha é feita a partir dos milhares de trabalhos que recebem diariamente, seja através do documento criado para o envio de trabalhos, das mensagens privadas para a conta ou através do email covidartmuseum@gmail.com. O critério de seleção é simples: escolhem as “obras produzidas durante a quarentena, que transmitam e reflitam o que estamos a viver e a sentir”.

“Recebemos mensagens de todos os tipos: muitos falam de amor e união; outros procuram aumentar a conscientização; alguns têm uma abordagem mais cómica e outros são simplesmente observações curiosas da nova realidade em que nos encontramos”, dizem os responsáveis pelo The Covid Art Museum.

Fonte: https://nit.pt/coolt/the-covid-art-museum-ja-nasceu-primeiro-museu-online-dedicado-pandemia

Museu Nacional de Arte Antiga com obras retidas em Itália

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O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, é um dos muitos pelo mundo que está de portas fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus. O encerramento deixou muitas exposições a meio, algumas acabadas de abrir, outras já quase a terminar. Com isto, muitas foram as obras de arte ficaram retidas fora de casa.

“Tínhamos uma peça em Milão, um dos focos mais graves na Lombardia, em Itália; outra peça em Paris e outras em museus nacionais” revela Anísio Franco, subdiretor do MNAA que aponta: “o mais grave é que muitas dessas exposições tinham acabado de ser inauguradas. Nós não vamos dizer, mande-me imediatamente a peça porque eu quero-a em Lisboa!”

O MNAA ficou assim, não só com obras do seu acervo fora de portas, como se viu também obrigado a ser fiel depositário de peças que deveriam ter regressado a outros museus.

No dia em que teve de encerrar portas, o MNAA terminava a exposição temporária “Álvaro Pires d’Évora”, uma mostra sobre o mais antigo pintor nascido em Portugal documentado na região da Toscana, em Itália, onde trabalhou entre 1410 e 1434.

Esta exposição era composta por obras que vieram de fora, nomeadamente de coleções privadas de Itália e de instituições como o Museo Nazionale di San Matteo de Pisa, a Pinacoteca Nazionale de Siena, a Galleria d’Arte Moderna de Milão ou das famosas Gallerie degli Uffizi de Florença, fora outros museus da Europa. Estas obras ficaram, com o final da exposição e com as restrições entretanto impostas à circulação, retidas em Lisboa.

Uma obra por dia para ver no Museu de Arte Antiga
Um museu sem público não faz sentido, perde a sua razão de existir, como tal, o MNAA reinventou-se em tempo de quarentena e recorreu à grande janela da internet para manter o contato com o público.

Todos os dias no canal do MNAA no Youtube pode ver um pequeno vídeo em que o diretor, o subdiretor e uma conservadora do museu dão voz a uma peça. Da pintura, à escultura está assim criado o projeto “A Arte É Uma Ponte Que Nos Une”.

“É algo muito caseiro”, refere Anísio Franco sobre os vídeos que vão disponibilizando e onde todos os dias dão a conhecer uma peça do acervo deste que é um dos museus nacionais com o mais importante espólio de tesouros nacionais.

“São pequenas conversas sobre peças”, explica o subdiretor que protagoniza alguns desses vídeos dos quais têm tido bom retorno. “As pessoas têm-nos incentivados a continuar porque as pessoas sentem que é uma forma de terem o museu em casa”.

Fonte: https://rr.sapo.pt/2020/04/13/vida/covid-19-museu-nacional-de-arte-antiga-com-obras-retidas-em-italia/noticia/189104/

Biblioteca de Braga deixa livros em floreiras e oferece 300 a 400 obras por mês

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Em 2019, a Biblioteca Pública Lúcio Craveiro da Silva (BLCS) emprestou 33729 livros, cerca de 160 por dia. Agora, apesar de fechada, continua a fazê-lo: 88 obras a 35 pessoas, entre 20 e 31 de março. Além disso, a biblioteca está a oferecer, semanal e gratuitamente, 45 a 60 livros, colocando-os no exterior do edifício. Quem passa vai pegando no que lhe interessar.

Segundo a sua diretora, Aida Alves, a biblioteca colocou três floreiras junto à fachada, com livros. São 15 a 20 livros para oferta, a cada dois dias, para incentivar a leitura e atrair novos leitores. Ou seja, entre 300 a 400 por mês. A iniciativa chama-se “Ler é sempre saudável: a biblioteca ajuda oferecendo”.

Estes livros resultam do expurgo que a BLCS leva a cabo amiúde das ofertas que lhe fazem. A vice-reitora da Universidade do Minho, Manuela Martins, ofereceu 300 títulos, entre literatura para adultos, jovens e crianças. A biblioteca entregou, ainda, livros em caixas para os estudantes das residências da universidade.

No que concerne ao empréstimo, a bibliotecária explicou que o pedido é feito online e a recolha à porta. A grande maioria dos livros são de natureza técnico-profissional, bem como, de literatura para adultos, crianças e jovens. O tema do Direito é o mais procurado, seguido da literatura portuguesa e estrangeira, e de livros de autoajuda.

Aida Alves acrescentou que, para requisitar livros para o domicílio, o leitor envia um email com os títulos que pretende. O serviço de atendimento agenda um dia e hora para a entrega, à porta do edifício. O trabalhador em serviço aplica as medidas de segurança, usando luvas e máscara.

A biblioteca, que ostenta o nome do primeiro reitor da Universidade do Minho – instituição que a gere, em parceria com a Câmara – tem 27438 leitores inscritos na base de dados. O seu acervo atinge 467880 volumes monográficos arquivados e 467 títulos de publicações em série.

Em termos de espaço para armazenamento das publicações, – acrescentou Aida Alves – “para libertação de espaço físico nos seus depósitos”, articula-se com a Biblioteca Pública de Braga, gerida pela Universidade do Minho, encaminhando para lá os volumes mais antigos. As publicações editadas entre 1975 a 1980, já foram migradas em 2019.

A Biblioteca tem 26 funcionários, mas neste momento, há seis em regime presencial com rotatividade em teletrabalho, para assegurar empréstimos, arrumação de livros, higienização de espaços, estanteria. Os restantes 20 estão em teletrabalho no tratamento técnico de livros de Depósito Legal e ofertas, programação cultural e criação de conteúdos digitais educativos e culturais.

Fonte: https://www.jn.pt/local/noticias/braga/braga/biblioteca-de-braga-deixa-livros-em-floreiras-e-oferece-300-a-400-por-mes-12022602.html

KEEP SOLUTIONS integra novos colaboradores e prevê voltar ao recrutamento em breve

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Numa altura em que o país atravessa uma crise de saúde pública, com repercussões económicas, a KEEP SOLUTIONS avança com a contratação de novos colaboradores. Hoje mesmo dois novos colaboradores iniciam as suas funções.

A empresa está a operar com todos os colaboradores em regime de teletrabalho e prevê-se que tal se mantenha nas próximas semanas. Foram criados os mecanismos necessários para a empresa passar a trabalhar nesta modalidade, investindo esforços para minimizar os impactos na sua atividade e produtividade.

Estes novos colaboradores ficam também em regime de teletrabalho com uma integração feita à distância. “É uma nova experiência mas já sentíamos a necessidade de aumentar a nossa força de trabalho antes desta crise. A necessidade manteve-se e decidimos não adiar. Felizmente, a empresa tem muitos projetos em curso e espera-se a entrada de novos, pelo que prevemos a necessidade de abrir novos recrutamentos em breve.”, explica o Diretor de Recursos Humanos, Luís Miguel Ferros.

A equipa será assim reforçada e a empresa, mais do que nunca, tem mostrado que os seus colaboradores são a sua prioridade! Adicionalmente, a empresa tenciona renovar todos os contratos que ainda se encontram a termo. Nos próximos meses 10 contratos de trabalho serão renovados.

A par disto, a empresa manteve integralmente todas as condições e benefícios com os seus colaboradores, onde as condições base são complementadas com um vasto conjunto de incentivos.

O Museu de Arte Moderna está a oferecer cursos online gratuitos de arte e pintura!

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Para os apaixonados por arte, chegou a altura de aprofundarem os vossos conhecimentos e ficarem a conhecer melhor um dos museus mais visitados e conhecidos do mundo. O Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMa) está a oferecer cursos de arte e pintura.

É através da plataforma online Coursera que pode aceder a alguns dos cursos que vão fazer com que se torne um fã mais conhecedor de pintura, arte, fotografia e design. Além de serem gratuitos, estes cursos permitem adquirir competências sobre a história da arte e criatividade.

What is Contemporary Art é o curso que lhe permite viajar pelas mais de 70 obras que compõem o MoMa. Começando em 1980 e acabando nos dias de hoje, pode conhecer mais sobre as peças e os artistas, bem como as técnicas e processos que estão envolvidos na criação de muitas das obras do museu. Pode também visitar galerias e estúdios com o curso de pintura In the Studio: Postwar Abstract Painting, explorando obras de pintores bem conhecidos como Willem de Kooning, Jackson Pollock e Mark Rothko. Este curso permite-lhe avaliar os seus conhecimentos através da realização de trabalhos, testes e exercícios de pintura abstrata.

Para os aspirantes a fotógrafos, o curso Seeing Through Photographs é perfeito para quem quer aprender e melhorar os truques para fotografar. “Tratar a discrepância que há entre ver e compreender as fotografias através da introdução de ideias, abordagens e tecnologias que levaram à sua criação” é o que esta proposta tem para lhe oferecer. Para completar ainda mais os seus conhecimentos, Fashion as Design convida-o a viajar pelo mundo da moda e, a partir de 70 peças de roupa e acessórios do mundo inteiro, ficar a conhecer as abordagens sociais, políticas, culturais, económicas e ambientais sobre a história das mesmas.

Os cursos são lecionados por historiadores de arte, investigadores, pintores e artistas. São em inglês, mas alguns cursos têm legendas disponíveis em outros idiomas, como o castelhano.

Fonte: https://nit.pt/coolt/teatro-e-exposicoes/museu-arte-nova-iorque-oferecer-cursos-arte-pintura