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Márcia Fernandes

A mais incrível biblioteca do mundo tem estantes até ao teto e um milhão de livros

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Inaugurada no final de 2017, a Biblioteca Tianjin Binhai, na China, uma das maiores de sempre, atrai tanto amantes da literatura como da arquitetura, sendo um exemplo sublime de ambas. Os turistas e moradores também a adoram, e em pouco mais de um ano, mais de três milhões de pessoas já a foram conhecer.

Na cidade costeira de Tianjin, no norte da China, surgiu a ideia de construir um megalómano monumento aos livros, ao conhecimento e à arquitetura.

Projetada pelo MVRDV, um atelier holandês, em colaboração com o Instituto de Planeamento Urbano e Design de Tianjin, a biblioteca procurou unir o antigo ao futurista. Cabe na biblioteca um total de 1,2 milhões de livros e há quem chame uma “caverna de livros”, aos cinco andares de prateleiras onduladas, cobertas de obras, do chão ao teto.

Com mais de 33 mil metros quadrados, são precisos vários dias para percorrer as estantes todas e seriam precisos anos para ler todos os seus livros, porém não se deixe enganar: com tanto espaço para encher, alguns livros são falsos, meramente decorativos, o que não impede que haja uma oferta de mais de 200 mil obras da literatura reais.

Nos últimos meses, o átrio principal tem-se tornado um foco de leitura e socialização, com centenas de pessoas a lerem lá de forma silenciosa. A construção tem ainda uma variedade de instalações educacionais, distribuídas pelos cinco níveis.

A biblioteca abriu em outubro de 2017 e na primeira semana após a inauguração, aproximadamente 10.000 pessoas por dia chegaram a visitá-la, criando enormes filas do lado de fora.

No meio de tanta magnitude e dimensão, prevalece a ordem: existe um sistema sequencial para que o visitante possa encontrar livros específicos em cada camada. Cada fila tem um nome e estão dispostas por ordem alfabética.

Fonte e mais informações: https://nit.pt/out-of-town/viagens/a-mais-incrivel-biblioteca-do-mundo-tem-estantes-ate-ao-teto-e-um-milhao-de-livros

Metade dos Municípios da área metropolitana de Lisboa que têm software de arquivo utiliza o Archeevo

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O estudo foi elaborado por Gisela Gabriel, que elaborou uma dissertação para a obtenção do grau de Mestre em Ciências da Documentação e Informação, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, intitulada “A comunicação nos arquivos municipais da área metropolitana de Lisboa”.

A mestranda fez um levantamento exaustivo de informação relativa aos 18 Arquivos Municipais da Área Metropolitana de Lisboa. O objetivo do estudo foi, segundo a aluna, “percecionar a forma como os Arquivos Municipais se adaptaram (ou não) aos desafios da sociedade da informação, nomeadamente ao nível da consulta física e digital da informação que preservam e do modo como utilizam a Internet para a disponibilização da sua informação e comunicação dos serviços e iniciativas desenvolvidos”.

Dos 18 Arquivos em análise, dois deles optaram por não participar no estudo, não respondendo ao inquérito que lhes foi enviado via Google Drive. As conclusões identificadas na presente dissertação resultaram da análise às respostas dadas no questionário e também da informação retirada na análise por observação direta dos seus canais de comunicação como as páginas da Internet dos Arquivos, site do município (quando não há página própria), redes sociais e blogues.

De entre as várias conclusões a que se chegou, destacamos que dos 16 Arquivos respondentes, 13 dispõem de biblioteca de apoio e 14 dispõem de serviços próprios de reprodução de documentação.

Dos 16 arquivos, metade dispõe de uma base de dados online e dessa metade, 50% deles utilizam a solução Archeevo, estando os restantes arquivos a utilizar duas soluções concorrentes.

Poderá consultar a dissertação completa em: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/30437/1/ulfl242150_tm.pdf

Fonte: “A Comunicação nos Arquivos Municipais da Área Metropolitana de Lisboa” – dissertação de Gisela Garcia Paulo Gabriel

NOVA SBE disponibiliza novo software para gestão da sua biblioteca

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A School of Business & Economics (SBE) da Universidade Nova de Lisboa disponibilizou recentemente um novo sistema de gestão integrada da sua biblioteca a toda a comunidade académica. A SBE tem agora em funcionamento o software Koha e a empresa responsável pela sua implementação foi a KEEP SOLUTIONS.

Os serviços fornecidos pela KEEP SOLUTIONS neste projeto foram a instalação e configuração do software, adaptação da identidade gráfica, migração de todos os dados legados e formação. Após a implementação o alojamento e manutenção do software também será da responsabilidade da KEEP SOLUTIONS.

O portal com o respetivo catálogo em-linha permite a consulta e gestão de reservas dos conteúdos da biblioteca e está disponível em https://search.library.novasbe.pt/ .

A Nova School of Business and Economics é uma das seis faculdades da Universidade Nova de Lisboa. Ao longo de 40 anos de história, a Nova SBE tornou-se uma referência no ensino superior, nomeadamente nas áreas de gestão, economia e finanças. Tem feito uma aposta significativa na inovação e na melhoria contínua quer ao nível da oferta formativa quer ao nível da investigação, sendo este projeto mais uma evidência de que a satisfação e sucesso dos alunos é uma das suas grandes motivações.

Fonte: Página de apresentação da Nova School of Business & Economics

Apresentação da TERPSICORE – base de dados de Dança e Artes Performativas

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O INET-MD, Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudo em Música e Dança, do Pólo da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), a fim de dar conhecimento da base de dados Terpsicore, convida todos os interessados para o lançamento desta plataforma no dia 16 de janeiro, com início às 18h e término às 20h, no espaço ALKANTARA, em Lisboa.

Integrada na apresentação pública da base de dados haverá uma conferência sobre o tema “Documentação e Arquivo”, sob a responsabilidade de Daniel Tércio e seus convidados.

A Terpsicore é um arquivo de documentos sobre dança e artes performativas, tanto em suporte físico como digital, que inclui programas de espetáculos, artigos de imprensa (críticas, antevisões e artigos de opinião), documentos iconográficos (cartazes, postais e fotografias) e vídeos.
Os processos de arquivamento e respetivas acessibilidades têm fins de utilidade pública, nomeadamente a valorização do património imaterial e proporcionam múltiplas fontes para a investigação científica.

A KEEP SOLUTIONS foi a empresa responsável pelo desenvolvimento desta plataforma que pode ser visitada em http://weebox.fmh.ulisboa.pt/

Todos os interessados em participar nesta apresentação deverão confirmar a sua presença para o email inetmd.fmh@gmail.com

Fonte: INET-MD, Pólo da FMH

Google disponibiliza visita virtual pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro

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O incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, no dia 2 de setembro de 2018, não acabou com o sonho daqueles que ainda não conheciam o imponente palácio localizado na Quinta da Boa Vista, zona Norte da cidade. Pelo menos, não virtualmente.

Trata-se de uma parceria entre o ministério da Educação, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (responsável pela gestão do museu) e o Google Arts & Culture, anunciada em dezembro passado, e permite que os interessados realizem um tour virtual pelo Museu Nacional. A viagem imersiva 360° ao interior do prédio conta com o auxílio de áudios apresentando os destaques de cada sala e dá acesso a cerca de 60% dos espaços disponíveis para visita antes do incêndio.

As imagens foram capturadas pela plataforma Google Street View, em 2016. O tour virtual pelo Museu Nacional passa por 8 exposições com 164 relíquias, entre elas, o crânio de Luzia, o fóssil humano mais antigo do Brasil.

A visita é gratuita e os internautas podem ainda visitar outras 60 instituições brasileiras pela plataforma. Ao todo, o acervo digital reúne mais de 7 mil exposições em 1500 instituições de 70 países.

Faça a sua visita virtual pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro aqui.

Fonte: https://artsandculture.google.com/exhibit/5gJywQA_-ABfJw

Ciclo de Encontros BAD – Arquivistas, Bibliotecários e Profissionais de Informação

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A BAD – Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, em cooperação com a Direção de História e Cultura Militar vão iniciar em 2019, a realização de um Ciclo de Encontros nos quais se pretende equacionar e debater os principais desafios que hoje se colocam aos profissionais BAD e à profissão.

O primeiro desses encontros, sob o tema “Comunicar a Informação: boas práticas”, realiza-se no dia 23 de Janeiro, a partir das 14h30 no Palácio dos Marqueses do Lavradio, em Lisboa.

Consulte o programa, o qual para além do interesse profissional irá proporcionar momentos de descontração e enriquecimento pessoal.

Participam neste primeiro Encontro:
– Arquivo Histórico da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
– ARQUIVO.PT
– Biblioteca da Faculdade de Ciência e Tecnologia da UNL
– Biblioteca do Exército
– Museu de Cerâmica de Sacavém
– Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional

A participação no Encontro é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

No final do Encontro todos os participantes receberão um certificado de participação.

Fonte: https://www.bad.pt/eventos/event/ciclo-de-encontros-arquivistas-bibliotecarios-e-profissionais-da-informacao-para-que-nos-querem/

Centro Hospitalar da Cova da Beira investe em projeto na área da imagem médica

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O Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB) está a implementar um projeto na área da imagem médica digital, que implica um investimento superior a 900 mil euros.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, o CHUCB explica que o projeto é apoiado por fundos comunitários e por fundos públicos nacionais, no âmbito do Sistema de Apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública, SAMA2020.

Com a designação “eSG3ID – Ecossistema de Gestão Integrada de Imagem e Interoperabilidade Digital”, este projeto consiste na implementação de três soluções tecnológicas que operam entre si, designadamente um sistema de comunicação e arquivo de imagens médicas, um sistema de radiologia digital de aquisição direta e um sistema de rede sem fios com localização em tempo real.

“Estas soluções serão integradas com a Plataforma de Dados da Saúde e irão permitir melhorar a segurança ao nível do armazenamento, uma maior rapidez e facilidade de acesso ao arquivo de imagens médicas (exames) por parte dos profissionais de saúde, diminuir os tempos de resposta nos cuidados a prestar e melhorar a qualidade do diagnóstico, submetendo os utentes a menores índices de radiação”, explica o CHUCB.

Segundo o comunicado, esta aposta também vai permitir “a criação de um observatório de imagem médica que alavanque a prática clínica, a investigação e o ensino médico”.

O CHUCB integra os hospitais da Covilhã e do Fundão, no distrito de Castelo Branco.

Fonte (texto e imagem): https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/centro-hospitalar-da-cova-da-beira-investe-em-projeto-na-area-da-imagem-medica

2019 Ano Ibero-americano dos Arquivos para a Transparência e Memória

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Segundo a declaração emitida pela XIX Conferência Ibero-americana de Ministros da Cultura, que teve lugar a 3 e 4 de maio de 2018 na cidade de Antigua Guatemala, o ano de 2019 foi declarado com “Ano Ibero-americano dos Arquivos para a Transparência e Memória”.

A Associação Latino-americana de Arquivos (ALA) procura concentrar numa agenda as diferentes atividades programadas na Ibero-América que, durante o ano de 2019, procurem refletir e analisar a importância dos arquivos para a transparência e memória.

Assim, convidam-se as instituições a registar, no link abaixo apresentado, as atividades promovidas (conferências, congressos, exposições, mesas-redondas, entre outras) as quais serão divulgadas pelos meios eletrónicos da ALA.

Registar evento

Fonte: http://dglab.gov.pt/2019-ano-ibero-americano-dos-arquivos-para-a-transparencia-e-memoria/

Alunos de Arquitetura vão idealizar Museu da Água de Almada

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O futuro Museu da Água de Almada vai ser idealizado por alunos do mestrado de Arquitetura da Universidade de Lisboa. A obra está orçada num quarto de milhão e prevê-se que seja inaugurada em 2020, segundo revelou Miguel Salvado, vereador da Câmara Municipal e administrador executivo dos SMAS – Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada.

A parceria, estabelecida entre este organismo e a Faculdade de Arquitetura de Lisboa, na pessoa do professor do mestrado Miguel Baptista-Bastos, permite aos alunos um primeiro contacto com o mundo do trabalho, uma oportunidade para emergir naquilo que será a sua futura vida profissional.

Miguel Baptista-Bastos, coordenador do projeto na Faculdade de Arquitetura de Lisboa, aponta a parceria como um exemplo a seguir na ligação entre a academia e o mercado de trabalho. “Este protocolo é muito útil para os alunos, pois confere-lhes uma antecipação prática e operativa para a sua futura vida profissional. É fundamental que a academia estabeleça estas parcerias com as autarquias, sendo que este protocolo tem uma dimensão renovadora, auxiliando, deste modo, a autarquia para futuras ideias, visões, estratégias e caminhos para um futuro projeto.”

O trabalho arranca no início do segundo semestre do ano letivo corrente (2018/2019), com a constituição de grupos que irão desenvolver os seus projetos em função do que se pretende: um museu com um espaço para exposições permanentes e temporárias, sempre relacionadas com a temática da água, dotado de um auditório multiusos e de uma zona de interpretação ambiental. O espaço contemplará também uma horta biológica e pedagógica e uma zona museológica tradicional e outra digital.

Os projetos produzidos pelos estudantes chegarão ao SMAS de Almada no final do semestre. “Estamos a dar oportunidade aos atuais alunos e futuros arquitetos de cooperar connosco naquele que poderá vir a ser um museu estratégico para o nosso concelho”, vinca Miguel Salvado.

Os projetos serão depois apreciados e avaliados por um júri a constituir para o efeito, que atribuirá um prémio aos cinco elementos do grupo vencedor: mil euros, que pagam um ano de propinas, mais a oportunidade de estagiar na Câmara Municipal ou no SMAS de Almada.

Fonte (texto e imagem): https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/alunos-de-arquitetura-vao-idealizar-museu-da-agua-de-almada-394840

Santa Maria da Feira vai criar Arquivo Municipal que reunirá documentos dispersos

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Santa Maria da Feira vai investir 3,5 milhões de euros para requalificar um edifício que irá funcionar como arquivo municipal e que pretende reunir nesse imóvel o espólio atualmente disperso por vários espaços.

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Feira, Emídio Sousa, o edifício em causa situa-se na rua Dr. Elísio de Castro e começou por funcionar como Casa dos Magistrados da comarca local, após o que também já acolheu o guarda-roupa da recriação histórica Viagem Medieval e escritórios da empresa Indáqua.

Agora a autarquia quer lançar o concurso público para reabilitação e ampliação do imóvel, de forma a concentrar nesse espaço “todos os documentos que atualmente estão dispersos pelas caves de vários edifícios”, o que dificulta a gestão desse espólio, a sua preservação e também a sua consulta pelo público.

A gestão do arquivo ficará depois entregue aos serviços da Biblioteca Municipal da Feira, que, segundo o presidente da Câmara, contará no novo edifício com um fundo documental “todo informatizado e em condições de preservação muito modernas”.

A nova morada dos documentos relativos à história e à gestão do município também disponibilizará “novas condições para a consulta e estudo desse fundo por parte do público”.

Segundo Emídio Sousa, o concurso público para adjudicar a requalificação do imóvel será lançado em breve e, contando que a empreitada possa arrancar no verão, a obra previsivelmente ficará concluída num prazo de 24 meses.

Uma vez terminada a intervenção física no edifício, a Câmara ainda deverá precisar, no entanto, de mais um ano para proceder à transferência do seu fundo documental para essa nova morada, pelo que o presidente da autarquia antecipa que o Arquivo Municipal seja “obra para só ficar devidamente concluída em meados de 2022”.

Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/santa-maria-da-feira-vai-criar-arquivo-municipal-que-reuna-documentos-dispersos