Museu Regional de Beja passa a integrar rede de museus do Ministério da Cultura

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O Museu Regional de Beja vai deixar de ser gerido pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) e vai passar a integrar a rede de museus do Ministério da Cultura, numa gestão partilhada com a câmara local.

“Esta é a situação ideal para que o museu seja valorizado como merece, assim como as suas coleções e peças únicas”, defendeu à agência Lusa o presidente da CIMBAL, Jorge Rosa.

Segundo a CIMBAL, no decurso do atual mandato “foram realizadas diversas diligências” com o objetivo de “encontrar a melhor solução para a gestão” do museu, “envolvendo as entidades competentes do Ministério da Cultura e a Câmara de Beja”. “Como resultado das negociações efetuadas, foi assegurada a integração” da instituição “na rede de museus do Ministério da Cultura, consagrando o seu estatuto de museu regional”, acrescenta.

“A transmissão só deverá efetivar-se depois do final de abril”, admitiu, garantindo que, apesar desta mudança de gestão, a riqueza do museu vai permanecer em Beja.

“O museu nunca sairá da cidade e as suas coleções são pertença dos concelhos que compõem o distrito e também nunca vão sair daqui. Vai é ser possível trabalhar na sua valorização”, assegurou.

Instalado no Convento de N. Sra. da Conceição, propriedade do Estado, o museu tem um vasto e valioso acervo que vai desde a pré-história até à atualidade, destacando-se as suas coleções de arqueologia, pintura, azulejaria, cerâmica, ourivesaria, escultura, numismática, metrologia e ferragens.

Fonte e mais informações: https://observador.pt/2019/02/13/museu-regional-de-beja-passa-a-integrar-rede-de-museus-do-ministerio-da-cultura/

Submissão de revisões às especificações do eArchiving

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O prazo para enviar as suas revisões às especificações do eArchiving é dia 24 de fevereiro de 2019.

Criadas originalmente pelo projeto E-ARK e melhoradas e estabilizadas pelo projeto E-ARK4ALL, estas especificações são a componente principal do Building Block eArchiving do programa Connecting Europe Facility (CEF).

Como dar o seu feedback?
Aceda à página https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/eArchiving_specification_review e dê o seu contributo até 24 de fevereiro de 2019.

ESPECIFICAÇÕES PARA REVER

Common Specification foi Information Packages (CS IP)
A base das especificações do eArchiving é a chamada Especificação Comum para Pacotes de Informação. Faça a revisão do documento completo e deixe os seus comentários sobre os princípios e requisitos estruturais na parte 1, bem como sobre a implementação na Parte 2.

Texto: http://earkcsip.dilcis.eu/
PDF: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/blob/master/specification/pdf/E-ARK-CSIP-2_0_0-draft.pdf
XML: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/schema and https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/profile

Common Specification for Eletronic Records Management Systems (CS ERMS)
Neste caso, trata-se da Especificação Comum para Sistemas de Gestão de Registos Eletrónicos e o que se pretende é que seja revisto o novo XML. O rascunho do documento CS ERMS é fornecido como um documento suplementar para entender o esquema do XML bem como a documentação gerada.

XML e documento Schematron: https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/schema and https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-CSIP/tree/master/profile
Documentação do XML (PDF): https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-ERMS/blob/master/Schema/ERMS_draft_Schema_Documentation/pdf/ERMS_draft.pdf
Rascunho das especificações CS ERMS (PDF): https://github.com/DILCISBoard/E-ARK-ERMS/blob/master/Specification/DRAFT_CS_ERMS.pdf

Por favor, submeta as suas sugestões de revisão até ao dia 24 de fevereiro de 2019 em https://ec.europa.eu/eusurvey/runner/eArchiving_specification_review

6.º Inquérito Nacional – XIII Encontro Nacional de Arquivos Municipais

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No âmbito do XIII Encontro Nacional de Arquivos Municipais, à semelhança das edições anteriores, foi lançado um inquérito nacional aos Arquivos Municipais, com o intuito de dar a conhecer e de atualizar, dentro do possível, os dados sobre estas unidades administrativas e culturais.

Neste sentido, a BAD apela à participação de todos os municípios no preenchimento do inquérito.

Aos municípios que por razões diversas não estejam aptos a preencher o questionário, solicita-se apenas o envio de um e-mail para o endereço bad@bad.pt a informar a impossibilidade de resposta ao mesmo.

A BAD assume um compromisso de confidencialidade sobre as respostas obtidas, que serão usadas exclusivamente para fins estatísticos e cujos resultados globais serão apresentados durante o próximo Encontro Nacional de Arquivos Municipais, que terá lugar este ano em local a anunciar brevemente.

O inquérito terá que ser preenchido até ao dia 31 de maio de 2019, acedendo ao link https://www.bad.pt/form/index.php?option=com_rsform&formId=160

A organização agradece antecipadamente a sua participação neste inquérito.

Fonte: https://www.bad.pt/noticia/2019/02/05/6o-inquerito-nacional-xiii-encontro-nacional-de-arquivos-municipais-situacao-dos-arquivos-municipais/

O que podemos fazer para tornar a Internet mais segura?

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Hoje assinala-se o Dia da Internet mais Segura mas a sensação geral é de que a rede está cada vez ameaçada pelo “lado negro da força” que se reflete em ameaças crescentes aos utilizadores, roubo de informação e outros riscos.

Não passa um dia em que não sejam conhecidos novos ataques, vulnerabilidades e roubo de dados e os números são avassaladores, sempre na ordem dos milhões de dados comprometidos, divulgados ou vendidos a quem paga mais. São endereços de email, passwords, mas também números de cartões de crédito e outras informações bancárias. Malware, phishing, sextortion e botnets são apenas algumas das ameaças, mas roubo de identidade, esquemas de perfis falsos e pressões e bullying também fazem parte dos perigos.

Isabel Baptista, do Centro Nacional de Cibersegurança, lembra que num contexto empresarial, as ferramentas tecnológicas são úteis para reduzir os riscos. “Ferramentas dissuasoras reduzem a motivação dos atacantes; ferramentas preventivas ou segurança de perímetro reduzem a probabilidade de sucesso dos ataques; mecanismos de redundância ou de tolerância a falhas reduzem o impacto de agressões bem sucedidas.”, explica.

Já num contexto doméstico, os antivírus reduzem a probabilidade de infeção com um vírus informático e os sistemas anti-spam eliminam uma grande parte das mensagens de correio electrónico indesejadas e também elas uma forma de propagação de vírus. “No entanto, todas estas ferramentas são inúteis sem uma cultura de ciberegurança e sem comportamentos online corretos da parte de todos os funcionários de uma organização ou dos cidadãos. Colocar uma PEN desconhecida no nosso PC é o suficiente para quebrar todas as barreiras de segurança existentes”, avisa.

Uma cultura de cibersegurança

Algumas regras que utilizamos no mundo real para nos protegermos podem ser aplicadas ao mundo online. Nunca deixamos uma porta aberta e quando saímos fechamos à chave, não falamos com desconhecidos na rua e não damos a nossa morada a qualquer pessoa. São apenas exemplos de como os princípios que ensinamos aos mais jovens se aplicam offline e online e são simples de explicar.

A criação de uma cultura de cibersegurança passa também por pensar antes de instalar uma aplicação e dar acesso a todas as permissões, ou de abrir um email que promete um negócio da China ou pede os dados do cartão de crédito ou do banco. Muitas vezes basta ser um pouco desconfiado para perceber que há um embuste por detrás destes pedidos, até porque apesar de haver campanhas de phishing e ataques muito bem orquestrados, a grande maioria das vezes estão mal feitos, escritos em mau português e com imagens erradas dos logótipos dos serviços.

Fonte e mais informação: https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/o-que-podemos-fazer-para-tornar-a-internet-mais-segura-a-responsabilidade-e-de-todos

Cada vez mais brasileiros procuram provas de ascendência portuguesa no arquivo militar

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A história militar portuguesa ocupa mais de dez quilómetros de documentos num arquivo que ganhou tecnologia inovadora de incêndios num novo espaço e ao qual cada vez mais brasileiros recorrem em busca de uma prova para requerer cidadania lusa.

Aos investigadores de mestrado e doutoramento que chegam a trabalhar diariamente no Arquivo Histórico Militar, em Lisboa, durante meses, juntam-se os curiosos em busca de informação sobre familiares que foram militares e, “numa vaga recente”, cidadãos brasileiros que procuram ascendência até ao grau de avô, a suficiente para requererem nacionalidade portuguesa.

“Temos tido muita gente que conseguiu a nacionalidade porque aqui nos arquivos foram passadas certidões segundo as quais um seu familiar era militar português. É expressivo, houve um aumento significativo desde há dois anos”, contou à Lusa o subdiretor do arquivo, major José Cunha Roberto.

O contacto com o arquivo é feito frequentemente por correio eletrónico por cidadãos brasileiros a residir no Brasil e a resposta é tão mais rápida quanto mais forem os dados fornecidos sobre o familiar militar, apontou.

Os processos individuais dos militares falecidos até 1969 ocupam mais de quatro mil caixas e constituem um dos acervos mais consultados no arquivo, que ganhou eficiência com as novas instalações, onde toda a documentação está concentrada, dispensando as antigas viagens para ir buscar documentos a um depósito a vários quilómetros.

O arquivo disponibiliza mais de um milhão e 300 mil imagens nas suas aplicações na internet, resultado de processos morosos que muitas vezes só são possíveis graças a parcerias com entidades.

Um sítio mundial de genealogia na internet e um banco financiaram um projeto que durou quase nove anos e que resultou na digitalização de todos os cinco mil e 200 “livros mestres”.

Estes livros têm o nome, filiação, profissão e características físicas dos militares portugueses, bem como os quartéis por onde passaram e as campanhas militares que integraram, uma “informação riquíssima” que pode ser consultada à distância.

Fonte e mais informação: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/mergulhar-no-arquivo-militar-em-busca-de-um-avo-portugues-cada-vez-mais-brasileiros-procuram-provas-de-ascendencia-portuguesa

Comissão Europeia conclui que o Archeevo é o melhor software de gestão de arquivo

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O programa ISA² da Comissão Europeia promoveu recentemente um estudo sobre gestão de arquivos e no relatório final resultante desse estudo, intitulado “Standard-based archival data management, exchange and publication” pode ler-se que o software Archeevo da KEEP SOLUTIONS é o melhor software de arquivo, já que foi o que teve a melhor classificação num conjunto de critérios em análise.

O programa ISA²

O ISA² dá suporte a administrações públicas, empresas e cidadãos pertencentes à Europa na área das soluções digitais. Segundo o site da Comissão Europeia, o ISA² apoia o desenvolvimento de soluções digitais e dá o devido suporte às administrações públicas, empresas e cidadãos da Europa permitindo que estes beneficiem de serviços públicos transfronteiriços e interoperáveis.

O seu objetivo principal é, por isso, desenvolver, manter e promover uma abordagem integrada de interoperabilidade na União Europeia (UE) e contribuir para o desenvolvimento de soluções de TI para a administração pública local, transversais a toda a Europa.

Neste contexto, o ISA² promoveu em 2017 uma ação intitulada “Gestão, circulação e publicação de normas standard na informação arquivística” e o estudo em análise constituiu a primeira fase desta ação.

Propósito do estudo

Neste estudo foi feita uma pesquisa das normas e práticas mais importantes que devem ser seguidas na criação e gestão da informação arquivística. O estudo pretende, por um lado, fornecer uma visão geral do panorama atual no que diz respeito à utilização das normas de informação e ferramentas de TI implementadas nas instituições de arquivo e por outro lado analisar as últimas tendências e opções existentes referentes à publicação de informação arquivística.

Várias foram as instituições que foram analisadas, por terem algum tipo de influência na área da preservação, sendo de destacar o Arquivo Histórico da Comissão Europeia (HAS) e o Arquivo Nacional do Reino Unido. Estas duas instituições europeias serviram de base para a análise das especificações e normas na área dos arquivos. Foram também estudadas as iniciativas e projetos relevantes na área, nomeadamente o Projeto E-ARK, no qual a KEEP SOLUTIONS participou, , o DPC – Digital Preservation Coalition e o Open Archive Initiatives.

Após a análise minuciosa de todas as práticas e normas utilizadas pelas várias instituições de arquivo, os autores deste estudo elaboraram aquilo a que chamam um modelo funcional para a gestão de arquivos, com o objetivo de definir o melhor modelo de gestão, para que as instituições o possam seguir promovendo-se assim a adoção de uma estrutura comum.

Na prática, o que se pretende é reagrupar os principais processos seguidos na gestão de arquivos. Apesar do modelo ter sido desenvolvido usando o modelo de referência OAIS (Open Archival Information System), como base para agrupar os processos em blocos funcionais lógicos, este integra inputs de várias outras fontes que foram consultadas durante o estudo. Uma das razões para esta integração é que, apesar do modelo de referência OAIS, descrever os processos relativos à preservação digital de forma muito precisa, o mesmo não cobre os processos mais antigos, por exemplo, a gestão de registos não digitais, nem processos sobre interoperabilidade.

O objetivo é, assim, garantir que as atividades tradicionais bem como as atividades de migração feitas pelas instituições de arquivo são também abrangidas por um único modelo funcional, alargando o modelo OAIS cujo principal foco é a preservação digital. As fontes utilizadas para tal incluem os resultados do projeto E-ARK, documentação publicada pela Arquivos Nacionais do Reino Unido, a pesquisa interna realizada pela Aquivos Históricos da Comissão Europeia (HAS) bem como a documentação detalhada dos seus processos internos, a informação recolhida na primeira fase deste estudo.

Principais conclusões

O Archeevo é o software de arquivo com melhor classificação numa análise de vários requisitos funcionais e não funcionais.

Tabela retirada do relatório em análise

Numa perspetiva aglomerada, o estudo sugere também a possibilidade de se combinar dois softwares que forneçam um serviço mais completo que englobe a gestão do arquivo e a preservação da respetiva informação e de entre 3 sugestões facultadas uma delas foi a junção do software Archeevo com o software RODA. O Archeevo, tal como já foi referido, é um software proprietário da KEEP SOLUTIONS e o RODA é um software open-source, ou seja, de acesso aberto, que também é desenvolvido pelo KEEP SOLUTIONS.

Consulte o relatório integral disponível em:
https://ec.europa.eu/isa2/sites/isa/files/isa2_action_2017_01_standard_based_archival_data_management_final_report_v1.00.pdf

Software da KEEP SOLUTIONS suporta Portal da Defesa Nacional

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O Ministério da Defesa Nacional disponibilizou recentemente o Portal das Instituições de Memória da Defesa Nacional, que reúne numa única interface o conteúdo da Rede de Bibliotecas da Defesa Nacional, Biblioteca Digital do Exército, Arquivos, Museus e Centros de Documentação, possibilitando a pesquisa de informação num catálogo coletivo que reúne conteúdos dessas várias fontes de informação.

Trata-se de uma integração de sistemas que permite facultar e facilitar o acesso à informação contida nas variadas instituições de memória através de um único ponto de acesso, assegurando uma divulgação mais eficaz dos recursos de informação.

A solução tecnológica utilizada é o software Retrievo, da KEEP SOLUTIONS, um portal que permite a agregação de conteúdos e pesquisa federada sobre múltiplas fontes de informação heterogéneas. Estas mantêm-se intactas, o Retrievo apenas faz a localização da informação pretendida e redireciona o utilizador para a origem da informação.

O portal dá atualmente acesso a cerca de 632 mil registos provenientes de 17 fontes que representam as instituições que guardam, preservam e divulgam a Memória da Defesa Nacional.

Consulte o portal disponível em https://portalmemoria.defesa.pt/

Congresso Internacional de Arquivos de Arquitetura em Braga

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A Secção de Arquivos de Arquitetura do Conselho Internacional de Arquivos (ICA-SAR) e o Arquivo Distrital de Braga da Universidade do Minho (UM-ADB) têm o prazer de anunciar a realização de um Congresso Internacional de Arquivos de Arquitetura intitulado “Experiências Profissionais na Diversidade Cultural”, em Braga (Portugal), de 25 a 27 de setembro de 2019.

O objetivo do Congresso é abordar questões relativas à produção e gestão de arquivos de arquitetura e do ambiente construído, a sua preservação, autenticação e uso ao serviço da Humanidade. O Congresso reunirá arquivistas e outros profissionais preocupados com a herança arquivística arquitetónica, provenientes de todo o mundo, com diferentes origens culturais, experiências e tradições de trabalho.

A Comissão organizadora convida-o(a) a apresentar proposta de comunicação e de “posters” a fim de promover o debate no congresso. As propostas devem incidir em qualquer temática ou questões relacionadas com as atividades de arquivos que custodiam documentos de arquitetura e similares: produção, aquisição, conservação, difusão e gestão dos documentos.

Mais informação
Convite para apresentações e posters

Fonte (texto e imagem): http://dglab.gov.pt/congresso-internacional-arquivos-de-arquitetura-braga-2019/

Prémio Arquivo.pt 2019

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O Arquivo.pt é uma infraestrutura de investigação inovadora que permite pesquisar e aceder a páginas da web preservadas desde 1996 representando uma referência mundial com uma significativa produção científica. As candidaturas aos Prémios Arquivo.pt 2019 estão abertas até dia 03 de maio às 13:00 (hora de Lisboa).

O objetivo dos Prémios Arquivo.pt 2019 é fomentar trabalhos inovadores de investigação ou aplicação de recursos preservados da Web, através dos serviços de pesquisa e acesso disponibilizados publicamente pelo Arquivo.pt. O 1º prémio é de 10.000€ e podem ser submetidos trabalhos individuais ou em grupo sobre qualquer tema.

As candidaturas deverão demonstrar claramente a utilidade e cariz único do Arquivo.pt para o trabalho proposto, bem como o seu impacto do trabalho na sociedade ou na comunidade a que se destina.

Para concorrer basta enviar um texto e um vídeo curto que descrevam o trabalho realizado.

Valores dos Prémios
1º classificado: 10 000 €
2º classificado: 3 000 €
3º classificado: 2 000 €

Para saber mais, consulte o site do Arquivo.pt

A consulta atenta das seguintes referências é essencial para a candidatura de trabalhos:
Regulamento (não dispensa a consulta do Diário da República)
Edital
Formulário de Candidatura

Fonte (texto e imagem): https://plataforma9.com/financiamento/premios-arquivo-pt-2019.htm;jsessionid=0EA9C5CF74EAEC0EAC28CA563BFB942E

4.º Encontro das Bibliotecas de Ensino Superior

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Definiu-se para o 4.º Encontro de Bibliotecas de Ensino Superior o tema “Competências, Infraestruturas de Investigação, Redes de Cooperação” de forma a promover o debate dos desafios e o conhecimento das tendências mais recentes para as bibliotecas e serviços de informação e documentação de Instituições de Ensino Superior e de Investigação. O Encontro terá lugar em Coimbra nos dias 4 e 5 de junho e é um evento organizado pelo Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Ensino Superior da BAD.

A organização propõe-se perspetivar a exploração dos meios e ações que potenciem projetos relevantes nas Instituições de Ensino Superior nacionais, procurando gerar sinergias e oportunidades de colaboração e promovendo a valorização técnica e a definição de estratégias de ação na comunidade de ensino e investigação.

Datas importantes:

Submissão de propostas para Pechas Kuchas – 25 de janeiro a 25 de março
Notificação aos autores das propostas para Pechas Kuchas – 15 de abril
Inscrições – de 1 março a 1 de junho
Publicação do programa final – 1 de maio
4º Encontro das BES – 4 e 5 junho

Fonte e mais informações: https://www.bad.pt/eventos/event/4encontrobes/